NOVAMENTE: França 1x0 Brasil

Em pé: Eric Abidal, Hugo Lloris, Rami Adil, Jeremy Menez, Karim Benzema e Alou Diarra
Agachados: Yann M'Vila, Bacary Sagna, Yoann Gourcuff, Florent Malouda e Philippe Mexes

Novamente derrotados pelos “les bleus”, seja em amistoso ou copa do mundo, não conseguimos vencer os Frances há quase 20 anos.

O carrasco estava no camarote do Stade de France, mas sua camisa "jogou" em mais uma vitória da França sobre o Brasil nesta quarta-feira: com o número de 10 de Zidane nas costas, Benzema brilhou e garantiu o 1 a 0 para os franceses, que não perdem para os brasileiros desde 26 de agosto de 1992 (2 a 0). O atacante do Real Madrid ainda foi alvo de uma entrada violenta de Hernanes, que acertou o peito do rival e foi expulso aos 38 do primeiro tempo.

Desde 1992, a Seleção enfrentou a França seis vezes: dois empates e quatro derrotas. No total, cada um tem cinco vitórias na história do confronto (quatro empates).

Assim como o Brasil, a França de Laurent Blanc entrou em campo de uniforme novo no Stade de France. Campeão do mundo em 1998, o treinador chegou a cinco vitórias seguidas no comando dos Bleus. Se a camisa era nova, havia algo diferente: Benzema. Criticado no Real Madrid, que contratou até Adebayor para tentar solucionar o problema no ataque, ele foi o principal nome do amistoso. Aos 38 minutos, o camisa 10 fez uma linda jogada, deu um chapéu em Lucas e, quando se preparava para repetir o drible em Hernanes, levou um chute no peito, que valeu a expulsão do meia do Lazio. No segundo tempo, Benzema ainda fez o gol da vitória francesa e criou várias chances - algumas delas salvas por Julio César, que voltou bem ao gol da Seleção.

FRAnÇA 1 x 0 BRASIL

Lloris; Sagna, Rami, Mexes e Abidal; Diarra, M’Vila (Diaby), Gourcuff (Cabaye) e Malouda; Menez (Remy) e Benzema (Gameiro) Julio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e André Santos; Lucas, Elias (André), Hernanes e Renato Augusto (Jadson); Robinho (Sandro) e Alexandre Pato (Hulk).

Técnico: Laurent Blanc. Técnico: Mano Menezes.



Gol: Benzema, aos 9 do segundo tempo

Cartões amarelos: Robinho (Brasil), Menez (França) Cartão vermelho: Hernanes (Brasil)

Local: Stade de France, em Saint-Denis (França) Data: 09/02/2011. Árbitro: Wolfgang Stark (Alemanha). Auxiliares: Jan-Hendrik Salver e Detlef Scheppe (ambos da Alemanha).

Referências:

Getty Images
Globo Esporte

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Esporte Clube Pelotas, campeão da Copa Lupi de 2008

Por Homero Queiroga - Escudos do Mundo Inteiro

EM PÉ - RUDI, ESCOBAR, LEONEL, CLÉBER, RAFAEL LOPES, BRUNO, JOÃO CARLOS, ROGER, MATHEUS(TREINADOR DE GOLEIROS), CLÁUDIO (AUXILIAR PREF. FISÍCA) E ZECA FERREIRA (PREP. FÍSICO)

AGACHADOS - CLEITON, ANDERSON IJUÍ, TIAGO DUARTE, TIAGO ROCHA, MATEUS, MICHEL, XARO, ANDERSON ATAÍDE, MAURÍCIO E SANDRO SOTILLI

TREINADOR - GILMAR DALPOZZO

DECISÃO - PELOTAS 2 X 0 CERÂMICA DE GRAVATAÍ - GOLS DE SANDRO SOTILLI E TIAGO DUARTE

DATA - 30 DE NOVEMBRO DE 2008

ESTÁDIO DA BOCA DO LOBO - PELOTAS-RS

PÚBLICO - PAGANTE 9095 PESSOAS
IDOSOS, MULHERES, MENORES - 4360 PESSOAS
SÓCIOS - 1264 PESSOAS
TOTAL - 14719 PESSOAS

CAMPANHA - 24 JOGOS - 14 VITÓRIAS - 4 EMPATES - 6 DERROTAS - 39 GOLS PRÓ - 23 GOLS CONTRA

DURAÇÃO DA COMPETIÇÃO - 16 DE AGOSTO A 30 DE NOVEMBRO DE 2008

PARTICIPANTES - 20

A copa lupi martins é organizada pela federação gaúcha no segundo semestre de cada ano. O título deu a vaga para a disputa da série D do brasileiro em 2009.

Referências:

Homero Queiroga
Escudos do Mundo Inteiro
Flickr: Esporte Clube Pelotas
Museu Virtual do Futebol

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Banfield, 115 anos.

Banfield Campeão Argentina 2009.
Em pé: Cristian Luchetti, James Rodríguez, Sebastián Méndez, Santiago Martín Silva, Julio Eduardo Barraza e Víctor Rubén López,
Agachados: Maximiliano Andrés Bustos, Marcelo Nildo Quinteros, Wálter Marcelo Bustamante, Wálter Daniel Erviti e Sebastián Bruno Fernández.

Parabéns pelos 115 anos, completados hoje.

O Banfield foi campeão pela primeira vez após de 113 anos de existência, um sonho com a liderança técnica de Julio César Falcioni.

Esta foto doi divulgada pelo Clube de revista institucional, e mesmo perdendo por 2x0 para o Boca Juniors (dois gols de Palermo).

Referências.
Revista Oficial do Clube
Nuevo Estadio

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Washington "Coração valente"

Caxias-RS, 1995.
Em pé: Airton, Gilmar, Ademir, Amílton, Rafael, Júnior
Agachados: Delmer, Uana, Washington, Elói, Luciano

Em homenagem ao atacante Washington, que anunciou sua aposentadoria nos últimos dia. Valeu Coração Valente.
Ponte Preta 2002. Em pé: Ronaldo, Ronaldão, Rodrigo, Humberto, Mineiro
Agachados: Jean Carlos, Dionisio, Elivelton, Washington, Fabinho e Carlos Alexandre

Fenerbahçe-TUR, 2002-2003.
Em pé: Rüstü Reçber, Washington, Ceyhun Eris, Samuel Johnson, Mustafa Dogan, Ogün Temizkanoglu
Agachados: Fatih Akyel, Ümit Özat, Ariel Ortega, Cem Karaca, Haim Michael Revivo

Seleção Brasileira 2001, copa das confederações.
Em pé: DIDA, EDMILSON, LUCIO, WASHINGTON, ZE MARIA, LEOMAR;
Agachados: CARLOS MIGUEL, FABIO, RAMON, LEANDRO AMARAL, LEO

2007 Urawa Red-JAP.
De pé: Horinouchi, Nagai, Tsuboi, Tsuzuki, Túlio Tanaka, Washington.
Abaixo: Abe, Hasebe, Robson Ponte, Hirakawa, Keita Suzuki

São Paulo 2009. Em pé: Miranda, Rogério Ceni, Washington, Renato Silva e Hernanes;
Agachados: Rodrigo, Borges, Júnior César, Arouca, Jean e Jorge Wagner

Fluminense em 2008, vice da Libertadores:
Em pé: Thiago Silva, Cícero, Luiz Alberto, Fernando Henrique e Igor. Agachados: Conca, Júnior César, Gabriel, Washington, Arouca e Thiago Neves. Técnico: Renato Gaúcho.


Referências:

Leonardo Fedel
Thiago Bachiega
Alper Duruk'un Futbol
Arquivo Grená
Daylife
Gazeta Esportiva
Getty Images
Último Segundo

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Cobreloa-CHI, de 1998

Em pé: César Bravo, José Puente, Enrique Berríos, Marcelo MIranda, Rodrigo Meléndez e Jorge Gómez.
Agachados: Juan Silva, Rubén Vallejos, Damión Yañez, Mauricío Donoso e Jaime Riveros.

Parabéns pelos 34 anos, completados hoje pelo Cobreloa.

Um pouco da história da "Laranja Chilena"

No desértico norte do Chile, na cidade de Calama, surgiu o Club de Deportes Cobreloa. Fundado em 1977 e famoso por sua camisa laranja vibrante, o clube chegou rapidamente à primeira divisão chilena. A ascenção meteórica teve seu auge em 1981 e 1982, quando o time chegou a duas finais de Copa Libertadores. Na primeira chance, vendeu caro o título para o Flamengo de Zico, Adílio, Andrade, Nunes e tantos outros craques. Já no ano seguinte, também lutou bravamente, mas foi vice do poderoso Peñarol.

O grande destaque desse forte time do Cobreloa era um zagueiro. Mario Soto era daqueles que não brincava em campo. Na segunda partida da decisão contra o Flamengo (vitória dos chilenos por 1 x 0, em Santiago), os jogadores cariocas acusaram o defensor de jogar com pedras nas mãos. Até hoje ninguém sabe explicar como Soto não foi expulso daquele jogo, depois de agredir os flamenguistas um a um durante toda a partida.

Na terceira e última partida da série decisiva de 1981, aconteceu outro lance marcante. O técnico Paulo César Carpeggiani, do Flamengo, resolveu promover uma vendetta contra Mario Soto. Ele chamou o reserva Anselmo e mandou ele entrar em campo simplesmente para dar um soco no chileno. Dito e feito: soco na cara, expulsão e confusão generalizada. No final das contas, o Mengo foi campeão. Mas o zagueirão do Cobreloa virou um mito no futebol, sendo lembrado até hoje por sua “classe”.

O nome do clube deve-se à união de duas palavras, cobre como na Província do Elogio encontra-se os yacimientos cupríferos mais importantes de Chile e a mina de cobre a tajo aberto maior do mundo, Chuquicamata. A outra palavra é Elogio, que faz referência ao nome da província em que se encontra a cidade de Calama e que lhe dá seu nome, ao igual que o rio, que é o mais longo de Chile.

Referências:

Encyclopedia Encydia beta
Que camisa é essa?
Wikipédia, a enciclopédia Livre

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