Mogi Mirim, vice campeão Brasileiro série C em 2001

Time posado, da esquerda para direita.
Em pé: José M. Campez (Prep. físico), Altieri (goleiro), Chicão (atualmente no Corinthians), Zé Luiz (atualmente no Atlético-MG), Marcelo Batatais (ex-Cruzeiro e atualmente no São Caetano), Selmo Lima e Fernando Zurlo (prep. de goleiros)

Agachados: Macalé (massagista, já falecido), Carioca (também já falecido), Denis Marques (Ex-Atlético PR e Flamengo), Jackson, Batistinha, Alexandre Salles e Joilson

Gostaria de agradecer ao colega Jonatas Correa, torcedor do Mogi Mirim e que identificou os componentes da foto.

Time do Mogi Mirim que revelou bons jogadores para o futebol nacional. O Clube hoje tem como presidente o meia-atacante Rivaldo ex Barcelona e atualmente no Bunyodkor do Uzbequistão.

Referências:

Gazeta Esportiva
O Gol

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Juventude, Campeão da Copa do Brasil de 1999

Em pé, da esquerda para a direita: Álvaro Peixoto (prep. físico), Édson Camargo (massagista), Gelson Mazoti e Iran Cercato (médicos); Mabília, Roberto, Marcos Teixeira, Pícoli, Dênis, Patrício, Índio, Humberto e Ilo Guarani Roxo (prep. goleiros) e Émerson; Agachados: Lauro, Fernando, Alcir, Mário Tilico, Kiko, Gil Baiano, Flávio, Maurilio e Márcio
Técnico: Walmir Louruz

Atendendo ao pedido do amigo Jack Pogorelsky Jr do blog Grandes times do futebol Gaúcho

Extraído do blo Almanaque Esportivo do amigo colorado Alexandre Perin.

A decisão seria contra o Botafogo, que também fazia ótima campanha e havia eliminado Paysandú, Criciúma, São Paulo, Atlético-PR e ainda o Palmeiras, que seria campeão da Libertadores naquela temporada.

No primeiro jogo, em uma gélida tarde de Caxias do Sul e de uma polêmica arbitragem de Márcio Rezende de Freitas (que novidade...). O Juventude começou arrasador e fez 2x0 com gols de Fernando e Márcio Mixirica, aos 14 e 21 minutos do primeiro tempo. O zagueiro botafoguense Sandro e o meia alviverde Wallace brigaram e foram expulsos. No finalzinho do primeiro tempo, um erro do lateral-esquerdo Dênis deixou o craque Bebeto livre para descontar, 2x1.

No segundo tempo, o Juventude foi para acima e acertou a trave do goleiro Wágner duas vezes. Logo depois, o zagueiro Capone foi expulso por impedir chance clara de gol. O Botafogo só passou a pressionar bastante quando Rodrigo marcou duas vezes, mas o árbitro Márcio Rezende de Freitas anulou ambos os gols. O primeiro por falta de ataque, discutível, e o segundo por um impedimento inexistente. Desanimado, o Botafogo voltou a levar pressão e quase levou o terceiro nos instantes finais, com o goleiro Wágner salvando o time.

No segundo jogo no Maracanã, mais de 100 mil torcedores empurraram o Botafogo para cima do time de Caxias. Já pelo lado gaúcho, 1.500 torcedores do Juventude viajaram até o Rio de Janeiro em busca do inédito título. Um só 1x0 bastaria ao time carioca, mas o Juventude tinha a seu favor o retrospecto de ter eliminado quatro dos cinco times até a decisão jogando a segunda partida fora de casa.

O jogo começou morno e assim seria durante praticamente toda a partida. Afobado, o Botafogo praticamente não criou chances, enquanto o Juventude se defendia com firmeza e organização. Lauro, que estava suspenso no primeiro jogo, era o líder do meio-campo caxiense, enquanto o reserva Picolli não deixava a defesa sentir a ausência do zagueiro Capone, artilheiro do time na competição com cinco gols.

Com o passar dos minutos, o Botafogo foi desanimando, enquanto o Juventude cada vez mais próximo de sua maior conquista, lutava com todas as suas forças. E assim aconteceu: o Brasil se rendeu e a Papada comemorou:

JUVENTUDE CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 1999

FINAIS DA COPA DO BRASIL 1999

20/06/1999 Juventude 2x1 Botafogo
Local: estádio Alfredo Jaconi, Caxias do Sul-RS
Árbitro: Márcio Rezende de Freitas (MG)
Público: 20.489 pagantes
Gols: Fernando (14') e Márcio Mixirica (21') e Bebeto (41'), todos do 1° tempo.

Juventude: Émerson, Marcos Teixeira, Capone, Picoli e Dênis; Roberto, Flávio, Mabília (Patrício) e Wallace; Fernando (Alcir) e Márcio (Mário Tilico). Técnico: Walmir Louruz

Botafogo: Wágner, Fábio Augusto (Rodrigo), Sandro, Jorge Luís e César Prates; Redner, Válber (Leandro), Caio (Bandoch) e Sérgio Manoel; Bebeto e Zé Carlos. Técnico: Gílson Nunes

27/06/1999 Botafogo 0x0 Juventude
Local: estádio Maracanã, Rio de Janeiro-RJ
Árbitro: Antônio Pereira da Silva (GO)
Público: 90.217 pagantes

Botafogo: Wagner, Fábio Augusto, Jorge Luiz, Bandoch e César Prates (Leandro); Júnior, Reidner, Caio (Rodrigo) e Sérgio Manoel; Zé Carlos e Bebeto (Felipe). Técnico: Gílson Nunes

Juventude: Émerson, Marcos Teixeira, Picolli, Índio e Dênis; Lauro (Kiko), Roberto, Flávio e Mabília (Gil Baiano); Maurílio, Márcio Mixirica (Alcir). Técnico: Valmir Louruz

RESUMO DA CAMPANHA:
10 jogos, 6 vitórias, 3 empates, 1 derrota. 25 gols a favor, 9 gols contra. Saldo de 16 gols positivos
Artilheiros: Capone (5 gols), Flávio e Márcio Mixirica (4 gols), Fernando, Mabília (3 gols), Mário Tilico(2 gols); Maurílio, Wallace, Dênis e Marcos Teixeira (1 gol).

CURIOSIDADES:

- O goleiro Émerson foi formado no Grêmio, assim como o meia Mabília. Maurílio jogou pelo Grêmio, assim como o meia Lauro e o zagueiro Capone.

- Gil Baiano, Dênis, Mabília, Wallace e o técnico Walmir Louruz tiveram passagens ruins pelo Internacional. Louruz naquele mesmo ano.

- Lauro, que disputou mais de 500 jogos pelo Juventude, é o único jogador presente em todas as grandes conquistas do clube: Série B de 1994, Gauchão de 1998 e Copa do Brasil de 1999.

- Os dois finalistas acabaram rebaixados no Campeonato Brasileiro de 1999. Por uma decisão ridícula do STJD, o Botafogo ganhou os pontos de um jogo contra o São Paulo, que inscreveu irregularmente Sandro Hiroshi. Com isto, o Gama-DF acabou rebaixado. O time candango entrou na Justiça Comum e acabou revertendo o rebaixamento. Para arrumar espaço para outros dois grandes que estavam na Série B (Fluminense e Bahia), resolver o "imbróglio" judicial e cumprir as determinações legais, os clubes criaram a "Copa João Havelange" em 2000, competição que teve o Vasco da Gama como campeão. Porém o Botafogo seria rebaixado novamente em 2002, enquanto o Juventude sofreria o mesmo destino em 2007.

-Mário Tilico era o único jogador do Juventude que já havia sido campeão brasileiro. Foi em 1991, jogando então pelo mítico São Paulo, do mestre Telê Santana.

- Flávio, capitão do time e reconhecidamente o melhor jogador daquela equipe, se aposentou pelo Juventude. Foi vice-campeão gaúcho treinando o 15 de Campo Bom em 2003, e ainda treinou o Ju em outras três oportunidades, a última no ano passado.

Referêcnias
Almanaque Esportivo
Grandes times do futebol Gaúcho

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Seleção Chilena de Futebol

Time do Chile posado na copa de 1998: Da esquerda para direita.
Em pé: Javier Margas, Ronald Fuentes, Pedro Reyes, Nelson Parraguez, Clarence Acuña e Nelson Tapia
Agachados: Fabián Estay, Moisés Villarroel, Iván Zamorano(c), Francisco Rojas e Marcelo Salas.

Em homenagem aos 192 anos independência formalmente declarada em 12 de Fevereiro de 1818. E também ao meu amigo Pedro Pablo Vivanco del Rio do site Fútbol Chileno y Mundial - Fútbol Pasión

A Equipe acima, era conhecida pela dupla Zamorano e Marcelo Salas. Naquela copa caiu no grupo B ao lado de Itália, Camarões e Áustria. Chegou a semi finais após três empates e caiu nas oitavas para o Brasil perdendo por 4x1.

Equipe que ficou em terceiro lugar na copa de 1962. No Grupo B ao lado de Alemanha, Itália e Suíça a equipe Chilena se classificou em segundo lugar. Contra a Itália a partida ficou conhecida na Europa como a Batalha de Santiago devido as duas equipes jogar um futebol defensivo e violento naquele jogo, o Chile venceu por 2x0.

Nas quartas de final o Chile venceu a União Soviética por 2x1, então campeã da Europa. Na simi finais o Chile perdeu por 4x2 para o Brasil, onde Garrinha foi expulso.

Na decisão pelo terceiro lugar o Chile venceu a Iugoslávia por 1x0, com um gol no último minuto de Eladio Rojas.

Essa foi a melhor classificação do Chile numa copa do Mundo.

Time do Chile posado na copa de 1982: Da esquerda para direita.
Em pé: Valenzuela, Bigorra, Garrido, Dubo, Soto, Osben.
Agachados: Yanez, Rivas, Caszely, Neira, Moscoso.

Em 82 a seleção Chilena ficou no grupo 2, ao lado de Alemanha, Austria e Argélia. Foram eliminados após três derrotas.

Equipe Chilena na copa de 1930.

Diante da Bolívia pelas nas eliminatórias de 2009 pela copa do mundo. Da esquerda para direita.
Em pé: Claudio Bravo, Gonzalo Jara, Rodrigo Millar, Marco Estrada, Jean Beausejour, Waldo Ponce
Agachados: Mark Gonzalez, Gary Medel, Humberto Suazo, Matias Fernandez, Alexis Sanchez

Referências:

Pedro Pablo Vivanco del Rio
Asociación Nacional de Fútbol Profesional - Chile
Fútbol Chileno y Mundial - Fútbol Pasión
Wikipedia, la enciclopedia libre

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Argentina, Campeã olímpica em 2004

Time Argentino posado, em pé da esquerda para direita.
Em pé: Cesar Delgado, Gabriel Heinze, Fabricio Coloccini, Roberto Ayala, German Lux, Lucho Gonzalez. Agachados: Carlos Tevez, D'Alessandro, Cristian Gonzalez, Mauro Rosales e Javier Mascherano.

A Argetina foi campeã Olímpica em 2004 com extrema justiça, foi a melhor equipe daquela competição. Nem sempre as melhores equipas triunfam, mas a equipe Argentina mostrou como ser campeã: 6 jogos, 6 vitórias, 17 gols marcados e NENHUM sofrido (8 da então nova estrela, Carlos Tevez), com o “requinte” de ganhar da vice-campeã da Europa sub-23 (a Sérvia), por 6-0 e de, nas semi-finais, bater o Campeão da Europa (Itália), por 3-0!

A Final acabaria por ser o jogo menos “exuberante”, com a Argentina a vencer o Paraguai por 1-0. Num “triste” jogo de apuramento do 3º lugar, a Itália venceria também o Iraque, igualmente por 1-0.

Argentina
Lux; Ayala, Coloccini, Heinze; Mascherano, Kily Gonzalez, D'Alessandro, Lucho Gonzalez; Delgado (Clemente Rodriguez), Tevez, Rosales
Técnico: Marcelo Bielsa

Paraguai
Diego Barreto; Martinez, Manzur, Gamarra e Esquivel (Julio Gonzalez); Edgar Barreto, Enciso (Diaz), Torres e Figueredo; Gimenez e Bareiro
Técnico: Carlos Jara

Data: 28/08/2004 (sábado)
Local: Estádio Olímpico, em Atenas (GRE)
Árbitro: Kyros Vassaras (GRE)
Auxiliares: Philip Sharp (ING) e Martin Cryans (ESC)
Cartões amarelos: Gamarra, Manzur, Esquivel, Figueredo, Torres e Julio Gonzalez (PAR) e Kily Gonzalez (ARG)
Cartões vermelhos: Martinez e Figueredo (PAR)
Gol: Tevez, aos 17min do primeiro tempo
Público: 44 mil

Referências:
Bob Thomas
UOL Esporte
Getty Images
Memória Virtual

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27 anos sem Mané Garrincha, a alegria do povo.

Botafogo de 1954.
Em pé, da equerda para direita: Gerson, Gilson, Nilton Santos, Danilo, Ruarinho e Orlando Maia
Agachados: Garrincha., Dino da Costa, Carlyle, Paulinho e Vinicius.

Infelizmente, hoje é uma data triste não apenas para o futebol carioca, mas para o futebol Brasileiro e Mundial. São 27 anos sem o anjo das pernas tortas.

Garrincha no Vasco em 1967.
Foto : Acervo do querido Valdir Appel que me enviou gentilmente o excelente livro NA BOCA DO GOL no qual, com sua autorização retirei alguns trechos da história da foto acima do Vasco.

Pag. 65 "Ficaram (jogadores Vascaínos) surpresos, principalmente pelo fato de ele vestir somente calção, meias e chuteiras, além da camisa, desprezando ataduras e o suporte que todo atleta usava."

Pag. 65 "Foi um sufoco para o time entrar em campo, todos queriam ficar próximos do homem das pernas tortas"

Pag. 66 "Por mais incrível que possa parecer, Mané Garrincha, antes de se imortalizar com a camisa 7 do Botafogo, tentou a sorte no Vasco da Gama. Uns dizem que ele não ficou por conta causa das pernas tortas e de um desvio na coluna; outros, porque ele não levou chuteiras e, por causa disso, foi impedido de treinar."

Pag. 66 "Coube ao Vasco, em 1967, atentendo ao pedido de um grupo de jogadores liderados pelo capitão Brito, a missão de tentar recuperar a alegria do povo, já no ocaso da carreira. O último clube de Mané fora o Corinthians, onde jogara sem brilho."

Maiores informações dessa foto entre outras no Livro na Boca do Gol, que é muito bom.

No Botafogo em 1957, seu primeiro título pelo Fogão.

Seleção Brasileira de 1958 - Campeã do Mundo
Em pé: Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando e Nilmar
Agachados: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagallo

Botafogo de 1962.
Da esquerda para a direita, de pé, Paulistinha (no lugar do titular Joel Martins), Manguinha, Jadir (no lugar de Zé Maria), Nílton dos Santos, Aírton e Rildo da Costa Menezes;
agachados, na mesma ordem, Manoel (Garrincha) dos Santos, Edson (Praça Mauá) de Assis Pinto (no lugar de Didi ou de Arlindo), Valdir (Quarentinha) Cardoso Lebrego, Amarildo Tavares da Silveira e Zagallo.

Novamente campeão do Mundo com a Seleção Brasileira, em 1962.

Por fim, Garrincha ainda tentou o CSA - AL, em 1973.

Certamente Garrincha foi e será um dos maiores jogadores da história, suas pernas formavam um arco. A esquerda, onde a deformação era mais notável, tinha 6 centímetros mais que a outra. Já era um milagre que andasse. Inadmissível que jogasse futebol. É inacreditável que logo no segundo treino, torto e desajeitado nos seus dezenove anos, desse meia dúzia de dribles "num tal de Nílton Santos"

Indico o arquivo da Veja on-line para quem quiser relembrar mais sobre Garrincha, uma excelente material.

Referências:

Livro na Boca do Gol
Blog do Roberto Porto
Museu dos Esportes
Na boca do gol
Súmulas Cariocas
Veja on-line
Wikipédia, a enciclopédia livre

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