Alemanha, Tetracampeã do Mundo em 2014.

EM PÉ: Manuel NEUER, Mats HUMMELS, Toni KROOS, Miroslav KLOSE e Jerome BOATENG
AGACHADOS: Christoph KRAMER, Philipp LAHM, Benedikt HOEWEDES, Thomas MUELLER, Bastian SCHWEINSTEIGER e Mesut OEZIL

Após 24 anos, a Alemanha, enfim, conquista o Tetra. Assim, se junta a Itália com quatro títulos mundiais.

Merecidamente a Alemanha chegou ao Tetra, foi a melhor seleção da copa. Em 2010, por pouco não chegou a final, mesmo na África do Sul, foi uma (se não a melhor) seleção da copa.

Três dos quatro títulos da seleção alemã foram conquistados pela Alemanha Ocidental. Em 2014, a Alemanha, pela primeira vez, ganha um título após a sua reunificação. O Mundial de 1994 foi o primeiro disputado pela Alemanha após ser reunificada. Também pela primeira vez, uma seleção europeia conquistou o título no continente americano. As quatro Copas do Mundo anteriores sediadas pela América do Sul foram todas ganhas por seleções sul-americanas.

Miroslav Klose, se tornou em 2014 o maior artilheiro de todas as copas, ultrapassando o Brasileiro Ronaldo. Klose atua pela seleção alemã desde 2001 e foi o artilheiro da Copa do Mundo de 2006, com cinco gols marcados, recebendo assim o prêmio Chuteira de Ouro, concedido pela FIFA ao artilheiro do torneio. Também marcou cinco vezes na Copa do Mundo de 2002, quando se tornou conhecido por seus gols de cabeça e seu modo de comemorar saltando em um mortal frontal. Marcou mais quatro gols na Copa do Mundo de 2010. Em 2014, além de marcar mais dois gols, se tornou tetracampeão mundial pela seleção alemã.Atualmente, é o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, tendo marcado dezesseis gols em quatro edições, superando Ronaldo, que havia marcado quinze.

Artilheiros copa 2014:
James Rodríguez / Mônaco / Colômbia / 6 Gols
Thomas Müller   / Bayern de Munique / Alemanha / 5 Gols
Lionel Messi    / Barcelona / Argetina / 4 gols
Robin Van Persie / Manchester United / Holanda / 4 Gols
Neymar / Barcelona / Brasil / 4 Gols

Referências:

FIFA.com
Gettyimages
Wikipédia, A enciclopédia Livre.

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Entrevista com Michael Owen

Liverpool, 2001. 
Em pé, da esquerda para direita: Stephane Henchoz, Vladimir Smicer, Igor Biscan, Sander Westerveld, Emile Heskey e Markus Babbel.
Agachados: Michael Owen, Danny Murphy, Patrik Berger, John Arne Riise e Sami Hyypia.

Entrevista Reproduzida  FIFA.COM

O ex-atacante da seleção inglesa e ídolo do Manchester United Michael Owen, que se despediu dos gramados ao final da última temporada, esteve recentemente na sede da FIFA, em Zurique, e concedeu ao site da entidade máxima do futebol uma simpática entrevista.

Revelado no Liverpool, Owen pendurou as chuteiras no Stoke City após uma brilhante trajetória de 16 anos na elite do futebol, durante a qual passou pelo Real Madrid e disputou as edições de 1998, 2002 e 2006 da Copa do Mundo da FIFA, além de ter sido premiado com a Bola de Ouro da revista France Football em 2001.

Atualmente dedicando-se a uma promissora carreira como comentarista esportivo, Owen bateu um papo com o FIFA.com sobre a adaptação à nova vida longe dos gramados, relembrou os tempos em que jogou sob as ordens do também recém-aposentado Alex Fergunson e analisou a campanha da Inglaterra nas eliminatórias para o Mundial do ano que vem.

FIFA.com: Não foi fácil, mas a Inglaterra se classificou diretamente para a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014. O que você achou da campanha nas eliminatórias?
Michael Owen: Não acho que tenha sido uma campanha muito satisfatória até aqui. O torcedor inglês gostaria que ela fosse mais confortável. Não jogamos tão bem quanto poderíamos ao longo das eliminatórias, mas isso não importa desde que a gente ficasse com a vaga.

Inglaterra, copa do mundo de 2002, Inglaterra 1x1 Suécia.
Em pé, da esquerda para direita. Emile Heskey, Sol Campbell, David Seaman, Rio Ferdinand, Danny Mills, e Michael Owen.
Agachados: Darius Vassell, Owen Hargreaves, Paul Scholes, David Beckham, and Ashley Cole (Photo by Bob Thomas/Getty Images)

Como avalia a equipe atual? Quais são os pontos fortes e fracos da Inglaterra?
Penso que não é uma era inesquecível do futebol inglês, não é a melhor seleção de todos os tempos. Mas, como toda equipe da Inglaterra, é sempre boa, sempre competitiva. Ainda acredito que estejamos longe de Brasil, Argentina, Espanha, Alemanha, Holanda, equipes assim. Todos eles são melhores que nós no momento. Mas somos muito competitivos e, na Copa, acho que ninguém vai gostar de jogar contra nós. Temos um bom time, mas não acho que seja o melhor que tivemos ultimamente.

Vamos falar do Campeonato Inglês e do Liverpool, que foi campeão pela última vez em 1990. Quais são as chances de o clube brigar pelo título este ano?
Será um campeonato muito interessante. Os três grandes times da Inglaterra, ou pelo menos os três que o país acredita que brigarão pelo título, são as duas equipes de Manchester e o Chelsea. Mas existem muitos pontos de interrogação sobre eles. Os três mudaram de técnico, e o Manchester City mudou vários jogadores. O Chelsea está em busca de alguém que marque gols regularmente e o Manchester United começou meio devagar. Olhando mais abaixo tem Liverpool, Tottenham e Arsenal, que provavelmente são os próximos três. Acho que o Liverpool não vai ganhar o campeonato este ano, mas se conseguir ficar na zona de classificação para a Liga dos Campeões, será uma boa temporada. Os Reds largaram bem, mas será muito difícil vencer o campeonato.

Manchester United, 2009.
Em pé, da esquerda para direita.
Van de Sar, Rio Ferdinand, Darron Gibson, Dimitar Berbatov, Jonny Evans, Michael Owen e Nani
Agachados: Ryan Giggs, Paul Scholes, Fletcher e Patrice Evra

Você jogou sob o comando de Sir Alex Ferguson no Manchester United. Na sua visão, haverá mudanças com a saída dele?
Sempre muda dramaticamente em diversos sentidos quando alguém deixa o cargo após mais de 25 anos, então o técnico que assumisse teria grandes interrogações sobre si. Seria diferente para todos no clube e para os jogadores, com novos métodos de treinamento, portanto acho inevitável que haja mudanças. Acho que o Manchester United escolheu o homem certo ao contratar David Moyes. Ele teve uma boa trajetória até aqui e foi fantástico treinando o Everton. Tendo a acreditar que, com o tempo, ele vai provar que foi uma excelente escolha. O time teve um início de campanha meio lento, um começo de temporada difícil. Mas tenho certeza que o United vai ser acertar e ainda será um dos principais competidores na reta final do campeonato.

Como foi jogar sob as ordens de Ferguson?
Foi muito honroso jogar com um técnico como ele durante três anos. De fora você sempre fica imaginando como ele é, já que teve tanto sucesso, e sempre se pergunta por que o United é tão bom, por que o técnico é tão bom. Foi ótimo ser convidado por ele para jogar no Manchester United — e depois ver suas preleções, ver como ele gerencia as pessoas, como delega tarefas... É um organização gigantesca e ele divide o trabalho muito bem com profissionais de diferentes áreas, portanto foi uma experiência reveladora para mim.

Alguma vez se sentiu intimidado por ele?
Diria que tinha mais a ver com respeito. É interessante que, quando cheguei ao time e ao vestiário, comentei com uma dupla de colegas: "Ele grita um bocado, não? Perde muito a paciência." E eles balançaram a cabeça e disseram: "Não, você precisava ter visto há cinco, dez anos. Agora ele está calmo." Fico com medo de pensar como ele era há um tempo atrás. Ferguson exige muito respeito, você precisa ser bastante disciplinado jogando com ele. Mas, para ter o sucesso dele, acho que é preciso impor algum respeito.

Como é acompanhar partidas como o clássico de Manchester, agora que você não está mais envolvido?
Claro que é bem diferente quando você se aposenta, e no futebol você termina muito novo. Estou com 33 anos e não jogo mais futebol, o que é estranho, não acontece em muitas outras profissões. É difícil. Nos dois primeiros meses fiquei muito emotivo por não jogar mais, mas todo mundo precisa passar por isso em algum momento, e no futebol infelizmente acontece bem cedo.

Real Madrid, 2005.
Em pé, da esquerda para direita:
Iker Casillas #1, Pablo Garcia #12, Ivan Helguera #6, Ronaldo #9, Francisco Pavon #22, Zinedine Zidane #5 and Thomas Gravesen #16.
Agachados: Michael Owen #11, Michel Salgado #2, Roberto Carlos #3 and David Beckham #23. Real Madrid defeated Chivas De Guadalajara 3-1. (Photo by Jonathan Daniel/Getty Images)

Tem interesse pela profissão de treinador?
Penso sobre isso às vezes, e logo mudo de ideia! (risos). Existem muitas coisas que você pode fazer quando se aposenta. Tirei as duas primeiras licenças de treinador e às vezes acordo achando que quero fazer isso. Mas é um compromisso tão grande, todos os dias do ano, e tendo acabado de encerrar uma carreira de jogador de tantos anos, certamente preciso de uma pausa. Você nunca sabe o que o futuro reserva, mas acho que não vou virar técnico.

Às vezes o torcedor pena para entender por que o futebol pode ser uma profissão tão dura. Pode explicar quais foram as dificuldades que você encontrou?
Acho que, em qualquer profissão, quanto mais longe você chega, mais difícil fica, porque todo mundo quer ganhar de você, ser o melhor. Duro sempre é. Você precisa estar no topo do seu futebol e não pode relaxar nem por um minuto, batalhando para ser o melhor que pode. Ou implica sacrificar coisas que todos os outros podem fazer, dormir o suficiente, comer corretamente, seja o que for. Você precisa ter o talento, mas também a atitude, o compromisso, e estar disposto a fazer sacrifícios. Mas as recompensas também são incríveis. Acho que os jogadores não reclamam, mas é uma vida difícil.

Estão começando a despontar os candidatos à FIFA Ballon d'Or 2013. Quem ficará com o prêmio, na sua opinião?
Acho que foi mais um ano excelente para o futebol. Há muitos jogadores bons, mas os dois que sempre encabeçam a lista são (Lionel) Messi e (Cristiano) Ronaldo. Na minha opinião, eles são de longe os dois melhores jogadores do mundo na atualidade. Depois tem alguns outros que fizeram grandes campanhas com os seus clubes, e claro que o Bayern de Munique vem à mente como o time mais vitorioso do ano passado, com a conquista da Liga dos Campeões, do Campeonato Alemão e da Copa da Alemanha, e nomes como Franck Ribéry estarão concorrendo. Mas acredito que Messi e Ronaldo são os dois melhores. Eles vêm bem regularmente e acho que o prêmio será de um deles.

Referências:
http://www.lfctour.com/
http://www.gettyimages.com/
https://www.facebook.com/groups/112204665481716/

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Soprando a Velinha: Charles Guerreiro, ex volante do Flamengo, Paysandu, Ponte Preta....

 
O post de hoje é em homenagem ao raçudo Charles Guerreiro.

Agradeço pelo foto do Paysandu o Sr. Antonyo Rafael 

por Rogério Micheletti

O polivalente Charles Guerreiro, ex-jogador do Remo, Ponte Preta, Guarani, Paysandu, Flamengo e seleção brasileira, vive atualmente em Belém, no Pará, e é técnico de futebol. 

Em 2008, passou a dirigir o Cardoso Moreira, modesto time carioca que subiu da Série B do campeonato estadual em 2007. 

Assumiu o comando técnicodo do Paysandu em 2010 e sagrou-se bicampeão paraense em 2010 e 2011.

"Encerrei minha carreira em 2002. Estava jogando no Remo", diz Charles Guerreiro, que não esquece os tempos de Flamengo.

"No Flamengo, eu vivi o melhor momento da minha carreira, chegando até na seleção", conta Charles Guerreiro, que lembra com carinho de ex-companheiros de Fla.

Foram 246 jogos com a camisa do time da Gávea (123 vitórias, 67 empates, 56 derrotas) e apenas dois gols marcados (fonte: Almanaque do Flamengo - Clóvis Martins e Roberto Assaf).

Ponte Preta em 1988. Em pé, da esquerda para a direita, o primeiro é André Cruz, o terceiro é Charles Guerreiro, o quinto é Valdir e o último é Barbirotto. Agachados: Zé Carlos é o primeiro e Gilmar Popoca é o quarto

"O Mestre Júnior (o Capacete) e o Gilmar (Rinaldi) foram dois dos grandes amigos que eu tive no Flamengo. Eles me ajudaram muito. Não era fácil um jogador do futebol do norte, com passagens pelas equipes de Campinas, ter sucesso no Flamengo", diz Charles.

O ex-goleiro Gilmar Rinaldi, hoje empresário, não sempre "pegou no pé" de Charles, seu ex-companheiro de quarto. "Eu sempre fazia o Charles ficar treinando chutes a gol depois dos treinos do Flamengo. Pena que ele mandou aquela bola no placar no jogo contra a Inglaterra, depois de ter feito uma linda jogada", fala Gilmar, referindo-se a um amistoso da seleção brasileira.

Charles retruca: "Teve o lado positivo de chutar a bola pra fora. Ela caiu nos braços da rainha da Inglaterra", brinca Charles.

O bom momento vivido por Charles Guerreiro pelo Rubro-Negro carioca rendeu ao jogador a convocação feita por Carlos Alberto Parreira para alguns amistosos em 1992 (Brasil 3 x 1 Finlândia em Cuiabá, Inglaterra 1 x 1 Brasil em Londres, Brasil 4 x 2 Costa Rica em Paranavaí-PR) e outro amistoso em 1995, diante da Argentina, em Buenos Aires, com vitória brasileira por 1 a 0. Nesta ocasião, o treinador brasileiro era o campeoníssimo Mário Jorge Lobo Zagallo.

Emapte em 1 a 1 contra o time inglês, diante da Rainha Elizabeth. Bebeto marcou para o Brasil, aos 25 minutos do primeiro tempo e e David Platt igualou o marcador aos três da etapa final. 

Esse time do Paysandu foi campeão paraense no biênio 84-85. Em pé, da esquerda para a direita, vemos: Jurani, Nad, Ademilton, Charles Guerreiro, Marinaldo e Sales. Agachados: Marcos Nogueira, Valmir, Cabinho, Márcio Ribeiro e Paulo Sérgio

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São Mateus, campeão capixaba de 2009

O post de hoje é em homenagem a Associação Atlética São Mateus-ES, que hoje dia 13/12/2012, completa 50 anos de fundação.

Referências:

Capixaba Futebol Clube
Gazeta Online - O maior portal do Espírito Santo

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XV de Piracicaba de 1998

Em pé: Alencar, Jura, Fernando Campangnolo, Vagner e Roger 
Agachados: Jack Jones, Ronei, Lima, Tarciso, Pianelli,e Claudinho.

Gostaria de agradecer ao Ronei Rambo pela foto e colaboração com o nome dos jogadores.

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