Inter, único campeão Brasileiro invicto - 1979

Em pé: João Carlos, Benitez, Mauro Pastor, Falcão, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro.
Agachados: Valdomiro, Jair, Bira, Batista e Mário Sérgio.

O Post dessa semana é para atender o pedido do Eduardo, que faz parte da comunidade oficial do fotolog, onde existe um tópico de pedidos, que na medida do possível é atendido.

Aqueles que ainda não fazer parte e quiserem fazer segue o link da comunidade http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=47457549

Em 1979 o Inter comandado por Falcão, foi a primeira equipe Brasileira a ser tornar tri campeã e também a primeira a vencer a competição de forma invicta.

Paulo Roberto "Falcão" - O maior craque da história do Inter e um dos maiores do mundo em todos os tempos. Gênio do futebol premiado com 2 Bolas de Ouro de melhor jogador do Campeonato Brasileiro. Participou das conquistas nacionais de 1975, 76 e 79. Mais tarde, defendeu a equipe do Roma, da Itália, tornando-se conhecido como "O Oitavo Rei de Roma". Participou das Copas do Mundo de 1982 e 1986.

Nessa equipe de 1979 começava sua carreira o zagueiro Mauro Galvão extremamente técnico para um zagueiro, certa vez foi repreendido por Falcão por "não ter dado um bico". Atônito, Falcão ouviu do jovem zagueiro: "mas onde é o bico?".

Justamente por acharem um desperdício contar com um jogador tão talentoso lá atrás é que muitos técnicos resolveram exercitar a criatividade às custas do futebol de Galvão. Na metade dos anos 80, Galvão jogava ao lado do técnico Pinga e do veloz Aloísio. Sem espaço na zaga, foi lateral-esquerdo de muito sucesso naquele time colorado e marcou um antológico gol de bicicleta em um clássico Gre-Nal.

CAMPANHA:

INTERNACIONAL
PG J V E D GP GC SG
37 22 15 7 0 40 13 27

A FINAL

23/dezembro/1979
INTERNACIONAL 2X1 VASCO
Local: Beira Rio (Porto Alegre-RS);
Juiz: José Favilli Neto (SP); Público
Presente: 54.659 espectadores;

Gols: Jair 41 do 1º; Falcão 13 e Wilsinho 39 do 2º;

INTERNACIONAL: Benítez, João Carlos, Mauro (Beliato), Mauro Galvão e Cláudio Mineiro; Batista, Jair e Falcão; Valdomiro (Chico Spina), Bira e Mário Sérgio. Técnico: Ênio Andrade.

VASCO: Leão, Orlando, Gaúcho, Ivan e Paulo César; Zé Mário, Paulo Roberto (Xaxá) e Wilsinho; Catinha, Roberto Dinamite e Paulinho (Zandonaide). Técnico: Oto Glória.

Referências:
http://voudekombi.blogspot.com/2007/01/mauro-galvo.html http://www.futepedia.com/index.php?title=INTERNACIONAL


Comentários (7): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:35

Em 21/06/2008, às 03:56:08, Messerschmit página pessoal disse:
É por essas e outras que me orgulho e sempre me orgulharei de ser COLORADO!

Em 21/06/2008, às 22:38:00, Matheus página pessoal disse:
e bota orgulho nisso! sempre contigo INTER!

Em 22/06/2008, às 00:25:22, Rodrigo Menegat disse:
Invicto ninguém mais será.

Em 28/06/2008, às 13:54:15, Marcio Bariviera página pessoal disse:
Concordo com o Rodrigo: invicto ninguém mais será.

Em 3/07/2008, às 19:15:08, MIguel disse:
dallleeee COoooolorraaaddoooo!!! Chora Gaymista Imundo.

Em 7/07/2008, às 21:20:20, rudi e-mail disse:
o melhor do brasil

Em 18/11/2008, às 12:20:20, emersondias e-mail disse: Gostaria de saber,quais time disputou todas edições do brasileirão.E qual foi a colocação do vasco em 1984 e seu regulamento neste ano.

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Roda JC de 2008

Em Pé: Andres Oper, Bram Castro, Willem Janssen, Davy de Fauw, Jan-Paul Saeijs e Anouar Hadouir.
Agachados: Fatih Sonkaya, Roland Lamah, Cheikh Tioté, Marcel Meeuwis e Boldizsar Bodor.

Postado por Retrato na Parede em 08/06/2008 09:52
Esse Post é especial para minha amiga Holandesa Nicole Teeken, que é torcedora do Roda JC e que muito colabora com minha coleção de times posados, enviando muitas fotos por e-mail, ajudando na identificação de jogadores e até mesmo enviando fotos por correio aqui para o Brasil. De coração eu e os amantes do futebol agradecemos!
O Roda JC surgiu em 27 de junho de 1962 de um resultado da fusão de 2 clubes holandeses. Os clubes se chamaram o Rapid JC e o Roda Sport. O Rapid JC e o Roda Sport foram o resultado duma outra fusão, mas isso nunca é comentado na hostória do Roda JC. Desde que foi promovido à divisão principal do futebol do país, o time chegou ao final da Copa KNVB 5 vezes, sagrando-se campeão duas delas, em 1997 e 2000. Vindo tradicionalmente de um grupo de trabalhadores das minas de carvão, mesmo com problemas financeiros, o Roda JC sempre consegue garantir um lugar entre as principais equipes do futebol holandês.
Sua sede fica na cidade de Kerkrade e a equipe disputa a primeira divisão do Campeonato holandês, sendo um dos 4 clubes que nunca descendeu da primeira divisão holandesa (Eredivisie).
O Roda relevou entre os jogadores mais conhecidos Arouna Kone, o Ruud Hesp e o Zeljko Kalac.
Referência:
Nicole Teeken
Em 4/11/1973, às 21:01:34, Ricardo Passamani e-mail disse:
Parabéns pela postagem internacional. Certamente os amantes do futebol conhecem cada vez mais do futebol mundial através deste fotolog. Não perco uma postagem! Cada vez que entro é um novo time que conheço e/ou uma grande equipe inesquecível. Parabéns!
Em 4/11/1973, às 21:19:54, Rafael Kafka disse:
Sensacional, Marcio, loucos por futebol do mundo, uni-vos, sempre achei o futebol holandês sensacional.
Em 4/11/1973, às 23:33:29, WiLLiam disse:
Parebéns...o site esta 10*
Em 4/11/1973, às 23:34:21, Fábio disse:
mto fera o blog... a seleçao de 94 foi uma das melhore....romário é o cara
Em 9/11/1973, às 03:43:48, phillip e-mail disse:
Por favor você pode me dizer o time que o brasileiro (Sergio) está ? Como faço pra ler matérias sobre ele e vê fotos dele ? Obrigado por tudo ... Vou passar o e-mail da minha namorada pode enviar algo sobre ele .
Em 10/11/1973, às 03:08:04, Nicole e-mail disse:
Phillip, vc está achando o nome do time que o Sergio, um ex-jogador do Roda JC, está agora?

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América-RJ de 1954

De pé: Cacá, Osni, Edson, Ivan, Osvaldinho e Helio.
Agachados: Paraguaio, Alarcon, Leônidas da Silva, João Carlos e Ferreira.

Por Márcio Kidura em 23/05/2008 21:00

O post de hoje é em homenagem ao seu Edevair, torcedor ilustre do América e pai do ex-jogador Romário, campeão com a seleção Brasileira em 1994 . Seu Edvair faleceu nessa quinta-feira (22/05). Fica aqui o post como lembra desse torcedor símbolo do América.

O Time acima foi vice campeão Carioca em 1954 e contava com o grande Leônidas da Silva, o diamante negro. O América garantiu o vice-campeonato ao vencer o Fluminense por 3 a 0.

O Jornal dos Sports, de 31 de dezembro de 1954, em sua página 5, divulgou uma pesquisa do instituto de pesquisas IBOPE que apontou a torcida do América como a quarta do Rio de Janeiro, com 6% da preferência dos torcedores, 1% à frente da torcida do Botafogo, o que refletiu o grande momento que o América viveu naquela época.

Comentários (6): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:33

Em 3/11/1973, às 04:13:27, Rodrigo Amorim disse:
Vá em paz Edevair. O hino do América é o mais bonito do Brasil. Tem que torcer, torcer, torcer Tem que torcer até morrer, morrer, morrer...

Em 3/11/1973, às 04:30:32, Ana Bella Carolina página pessoal e-mail disse:
Em uma das fotos do meu orkut, na legenda consta o seguinte trecho do hino: ♪ ... Temos muitas glórias e surgirão outras depois ... ♪ E é isso que eu acho. Beijos a todos.

Em 3/11/1973, às 11:09:19, abatistadefreitas@hotmai.coml e-mail disse:
vou torcer,torcer,.torcer,até morrer,antes disso quero ver o time da campos sales ser aquele grande américa de 86 pois aí surgiu minha paixão por este clube simpatissíssimo,sangueeeeeeeeee até o fim!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Em 4/11/1973, às 03:05:54, Marcelino Rodriguez disse:
Que linda foto.

Em 6/11/1973, às 04:02:51, ubiratan sousa e-mail disse:
Esse Leônidas de 1954 não é o Diamante Negro. Esse Leônidas era outro, q jogou na seleção nacional na Copa do Mundo de 1938, falou?

Em 9/11/1973, às 17:28:55, ubiratan disse:
O q houve com o Alarcón? Qual é (era) o s/verdadeiro nome? Esclarecendo o comentário acima: o Leônidas q jogou no América não é o mesmo q jogou na seleção nacional, apelidado "Diamante Negro".

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Palmeiras Bi-Campeão Brasileiro de 1994

Por Márcio Kidura em 09/05/2008 23:37

A pedido de membro da comunidadade oficial.

O campeonato de 1994 teve início no dia 13/08 e término em 18/12. Participaram 24 clubes, disputando 3124 jogos. No total foram 725 gols marcados, com uma média por jogo de 2,32 gols. A média de público foi de 20.360 pagantes por partida.

DECISÃO

Palmeiras e Corinthians, rivais históricos, chegaram à grande decisão naquele ano. O Palmeiras, campeão paulista e atual campeão brasileiro, eliminou o Guarani na semifinais, enquanto o Corinthians havia passado pelo Atlético Mineiro.

A primeira partida da decisão aconteceu no dia 15 de dezembro, no Pacaembu. O clima era de tensão e só aos 16 minutos ocorreu o primeiro chute a gol, quando Branco cobrou falta, que assustou Velloso. O Palmeiras dá a resposta dois minutos depois. Edmundo, que entrou em campo sob a atuação de um efeito suspensivo, faz jogada individual e bate sem ângulo contra a trave esquerda de Ronaldo. O lance acorda de vez o Corinthians. Branco cobra nova falta com força e Velloso rebate. Depois é a vez de Zé Elias novamente arriscar de fora da área e obrigar Velloso a uma defesa sensacional. Mas aos 44 minutos chega o castigo. Antônio Carlos lança a bola de seu campo, Rivaldo sai de trás. A defesa corintiana pára pedindo impedimento de Edmudo, que não participava do lance. Rivaldo recebe, dribla Ronaldo e toca para o gol vazio, marcando o primeiro do Palmeiras.

Em desvantagem no placar, o Corinthians vem para o tudo ou nada no segundo tempo. Marcelinho cobra vários escanteios e a zaga palmeirense se segura como pode. Rivaldo carimba a trave, aos 14. A partida é lá e cá, mas o Palmeiras é mais competente. Aos 18 minutos, Branco tenta sair jogando, Rivaldo rouba-lhe a bola, invade a área e toca de bico no contrapé de Ronaldo para marcar o segundo dele na partida. E o pior ainda estava por vir para os corintianos. Aos 21, Evair é lançado dentro da área, Gralak falha, o atacante palmeirense, de costas para o gol, ajeita para Edmundo acertar o ângulo de Ronaldo. O Palmeiras fazia 3 a 0 no arqui-rival.

O Corinhtians responde na sequência. Flávio Conceição marca bobeira, Souza rouba a bola e toca para Marques fuzilar Velloso, dando números finais a partida. Com este resultado, o Palmeiras poderia até perder por dois gols de diferença na segunda partida que ainda assim conquistaria o bi. Ao Corinthians, restava a esperança do milagre.

Milagre que esteve próximo de acontecer no dia 18 de dezembro, na partida de volta. Logo aos 4 minutos, Marcelinho cobra falta com precisão, Velloso espalma, a bola bate na trave e no rebote Marques empurra para o gol vazio. O Corinthians marcava o primeiro no Pacaembu, um gol que dava esperanças novas à Fiel. E a pressão continuava. Paulo Roberto levanta na área, mas Antônio Carlos faz bem o corte. Aos 19, o Palmeiras chega pela primeira vez. Edmundo dribla Ronaldo, que faz falta no atacante antes que ele finalizasse para o gol vazio, mas não recebe cartão vermelho para a revolta dos jogadores palmeirenses. Aos 32, Viola cabeceia rente ao poste de Velloso. Minutos depois, Branco lança Marcelinho que bate forte para firme defesa do goleiro. Aos 45, Souza cruza na área e Viola, assim como na primeira partida, reclama pênalti de Cléber, que o árbitro não marca.

No início da segunda etapa, Branco faz falta feia em Amaral. Zinho toma as dores do volante, bate boca com o lateral corintiano e os dois acabam expulsos. Aos 19, Luisinho faz falta por trás em Rivaldo e também é expulso. Com um jogador a menos, a produção do Corinthians cai e o Palmeiras cresce em campo. Aos 36, o Palmeiras enterra de vez as últimas esperanças corintianas. Sampaio lança para Edmundo, que conduz a bola, invade a área e cruza para Rivaldo completar para o gol vazio. Cinco minutos depois, Edmundo chama Viola para o drible e por pouco a final não acaba em pancadaria. Tonhão entra e faz a festa da torcida, que comemorava um merecido bicampeonato.

Texto Copiado do site: http://jogosdopalmeiras

Comentários (3): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:32

Em 10/05/2008, às 21:49:50, Juca Bueno disse:
Da-lhe verdão!!!

Em 11/05/2008, às 23:50:48, Boleragem disse:
Parabéns pelo Blog... ta mto fera!

Em 12/05/2008, às 02:51:24, simon disse:
Parabéns pelo Blog...

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Cerezo Osaka, de 2005

Por Marcio Kidura em 04/05/2008 19:01

O Post dessa semana é uma homenagem ao atleta de Cristo, Bruno Quadros, que mesmo estando do outro lado da terra, não deixa de dar atenção aos fãs pelo mundo inteiro.

O Time que iremos falar é do Cerezo Osaka, rival do Gamba Osaka no qual foi o oitavo post do retrato na parede conforme link ao lado http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:8
Bruno Quadros está atuando hoje pelo F.C. Tokyo também do Japão, comandando a defesa do time que está em 4º lugar da Jleague. Bruno Quadros já atuou no Flamengo, Cruzeiro, Guarani, Galatasaray e vários clubes do Japão.
Cerezo é o significado de Cereja, e a cor rosada do clube é em função da cereja. No Japão no inicio da primavera o frio vai embora e as flores começam a aparecer. Surge então as cerejeiras (conhecidas por Sakura, no Japão) que são muito bonitas, fazendo dessa época uma das mais esperadas no Japão.
No Cerezo Osaka de 2005 Bruno atuou ao lado dos Brasileiros Fabinho (volante) e Zé Carlos (Meia/lateral hoje no Botafogo), o ano foi disputado e o Cerezo conseguiu a liderança da Jleague na penúltima rodada apenas, entrando na última rodada do ano como líder da competição pela primeira vez do ano. Tinham a liderança até os 46 minutos do segundo tempo quando levaram um gol de córner nos acréscimos e perderem o título para o rival Gamba Osaka.
O Cerezo evoluiu dando grande emoção a Jleague com a chegada dos Brasileiros, conseguiram a liderança na última rodada e a perda do título nos acréscimos do último jogo.
Para maiores informações do Jleague do ano de 2005, podem conferir no post http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:8
Referências:
Bruno Quadros
Em 8/05/2008, às 13:57:09, Thierry Bonberg disse:
Legal o site seu. Informações importantes tem no site, que poderia ser maior. Esse Bruno Quadros joga bem, poderia está atuando aqui no Brasil ao invés do Japão.

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Criciúma, campeão da Copa do Brasil de 1991

Em pé: Alexandre, Sarandi, Vilmar, Roberto Cavalo, Altair e Itá.
Agachados: Grizzo, Gélson, Soares, Zé Roberto e Jairo Lenzi.

por Márcio Kidura em 25/04/2008 01:30

O post dessa semana, é em especial ao amigo Ricardo Alves Colonetti.

Um empate sem gols foi o suficiente. Jogando em seus domínios, diante de milhares de torcedores, nem foi preciso vencer o adversário para que o time do Criciúma, desconhecido fora de Santa Catarina, se tornasse campeão da Copa do Brasil. O título lhe deu direito a ser um dos dois representantes do país na Taça Libertadores da América. Aquele dia 2 de junho de 1991 entrou para a história não só da cidade, do estado e do clube, mas também do futebol brasileiro, que viu incluso na sua lista de campeões um escrete malaco, sem estrelas ou craques geniais, mas entrosado, que jogava junto há alguns anos e que, antes de se tornar febre entre os torcedores (como foi o São Caetano num passado recente), já tinha a taça guardada na sala de troféus.

A verdade era que, até aquela data, pouca gente fora de Criciúma estava dando atenção à façanha daquele time com camisa parecida com a Peñarol (amarelo, branco e preto) e nem mesmo para aquela competição. Afinal de contas, qual é a moral de um campeonato que teve sua primeira edição apenas dois anos antes, no qual só podiam participar dois times por estado.

Na enxuta campanha de dez jogos, cinco times foram eliminados pelo Criciúma, que terminou a competição invicto (seis vitórias e quatro empates). Nos jogos finais, a redenção foi ampliada pelo excesso de confiança que a imprensa gaúcha depositava no nada confiável time do Grêmio de 1991. Terceiro colocado no Brasileiro do ano anterior e campeão da primeira Copa do Brasil, em 1989, a equipe da Azenha parecia franca favorita ao título e estava “a 180 minutos da Taça Libertadores da América”, como foi noticiado à época.

Só que na primeira partida da decisão, no Estádio Olímpico, a surpresa. Uma cabeçada fulminante do zagueiro Vilmar abriu o placar para os visitantes, que após o final da partida saíram comemorando o empate em 1x1. Como a regra da Copa do Brasil dá vantagem para a equipe que marca gols fora de casa, o Tigre sequer precisou vencer ou marcar gols contra o time gaúcho para erguer a taça. Do banco de reservas saiu o principal maquinador da campanha vitoriosa, o ex-técnico da Seleção Brasileira Luís Felipe Scolari, que anos depois iria repetir a comemoração com a camisa do rival de 1991.

Um pouco mais da história do Criciúma:

Em 13 de maio de 1947, um grupo de rapazes, na maioria com 18 anos, moradores do centro da cidade de Criciúma, fundavam o Comerciário Esporte Clube. Em 1970, atingido por uma séria crise financeira, o Comerciário Esporte Clube foi obrigado a encerrar às atividades no departamento de futebol profissional, só retornando a disputar o campeonato catarinense em 1977. No ano de 1978 o Comerciário começou a passar por uma profunda transformação e no dia 17 de março, do mesmo ano, acontecia a mudança do nome, passando a se chamar Criciúma Esporte Clube .

Referências:
Fabrício Rodrigues
Ricardo Alves Colonetti

Comentários (2): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:30

Comentários (2):Em 25/04/2008, às 19:20:00, Ricardo Colonetti disse:
Opa .. valeu rapaz ... Tigrão campeão em 1991... Esse time entro para a História do Futebol Brasileiro e Catarinense principalmente ... capeão invicto... E depois a Libertadores fomos bem pra caramba ... Méritos ao time e ao nosso Felipão, hoje em Portugal... Valeu....

Em 29/04/2008, às 00:49:07, Felipe Fontana disse:
isso sim era time, muito se ouve sobre esse time aqui em Criciúma, são como nos referimos o '1991 eterno'!

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Sergipe, Bi-campeão estadual de 1971

Em pé: Dequinha (Técnico), Toinho, Raimundo, Mizinho, Joel, Aílton e Zé Raimundo.
Agachados: Duda, Fernando, Cipó, Maninho e Rocha.

por Márcio Kidura em 18/04/2008 00:40

O Post dessa semana além de lembrar um pouco do CLUB SPORTIVO SERGIPE, é atendendo um pedido especial do Matthäus Sant´Anna homenageando seu pai Djama dos Santos Batista, o Cipó, que jogou além do Sergipe por clubes como Bahia, Feira de Santana, Itabaiana e Confiança.

Relembrando um pouco a história do Sergipe.

O CLUB SPORTIVO SERGIPE, foi fundado no dia 17 de outubro de 1909, uma semana depois do primeiro clube esportivo de Aracaju o Cotinguiba Esporte Clube, dedicado exclusivamente aos esportes náuticos. Existe até hoje a idéia de que o Sergipe nasceu de uma facção de Cotinguiba, que, contrariada com o nome dado a este Clube, em homenagem ao rio que banha a Capital Sergipana, resolveram imediatamente convocar os "dissidentes" para fundar outro clube, com o verdadeiro nome do rio que é, realmente, "Sergipe". Entretanto, embora pareça lógica esta versão, as minuciosas pesquisas (inclusive o testemunho de um dos fundadores do C.S.Sergipe, o Sr. JOSÉ COUTO DE FARIAS) não comprova este fato. A verdade é que havia a necessidade de outro clube de regatas a fim de que este esporte se desenvolvesse entre aqueles jovens ávidos e emoções novas e desejosos de utilizar o leito do rio tão propício às disputas de um esporte que aprenderam a gostar, quando em contactos no Sul do País. Em meados de 1916 surgia o Futebol. Inicialmente foi praticado pelos sócios do Sergipe e Cotinguiba sem distinção clubística, em animados treinos realizados pelos "Team Green" e "Team Black" num campo improvisado da Praça Pinheiro Machado. Somente no final do ano é que oficialmente, os dois clubes resolveram adatar o esporte bretão que transformaria rapidamente o time Colorado no mais popular entre todos e, disparadamente o de maior números de conquistas.

Entre os triunfos memoráveis do Sergipe destacam-se a vitória de 1 X 0 sobre a seleção do Ceará (1926), 4 X 2 sobre o Botafogo Campeão Baiano (1936) 3 X 1 sobre a seleção de Alagoas (1940), a histórica goleada imposta ao Vitória da Bahia por 8 X 2 (1942), 2 X 0 sobre o Bangu campeão carioca(1967) e a vitória Internacional sobre a seleção de novos Argentinos por 3 X 1(1968) no primeiro jogo deste gênero em Sergipe.

O Sergipe é o único clube sergipano com batismo em jogos internacionais até o momento além da seleção de novos Argentinos, enfrentou o Sparta Praha (República Tcheca), Alianza de Lima (Peru) e a seleção de Ghana(África). Foi o primeiro clube do estado a participar do Campeonato Nacional (1972) integrado pela nata do Futebol Brasileiro.

Referências:
Matthäus Sant´Anna
http://www.clubsportivosergipe.com.br

Comentários (1): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:29

Em 22/04/2008, às 00:04:18, José Antônio disse:
Boa lembranças desse time que não volta mais, nosso estado carece de boas equipes.

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Porto, tricampeão português 2008

Em Pé: Helton, Bosingwa, Lisandro Lopes, Bruno Alves, Tarik e Pedro Emanuel.
Agachados: Quaresma, Raul Meireles, Fucile, Lucho Gonzales e Paulo Assunção.

Postado por Márcio Kidura 13/04/2008
Em homenagem ao Porto que comemorou o tricampeonato recentemente.
Num cenário criteriosamente decorado a azul e branco, e envolto num ambiente ensurdecedor, a geração do tricampeonato foi praticamente espontânea, tão natural quanto previsível. Os preparativos, breves, produziram a celebração e o primeiro ensaio da saudável loucura em menos de dez minutos. O gol, que no caso é o mesmo que dizer o título, rebentou no triângulo de puro traço argentino, concluído por Lucho. Para variar, foi Lisandro quem assistiu.
Estava em marcha a insaciável máquina demolidora, sabiamente afinada e oleada para reduzir novo adversário a pequenos fragmentos, manifestando, sem intervalos, vários indícios de uma genialidade incomparável e sinais de uma superioridade inegável, como no lance que deu origem ao segundo gol, na trivela de Quaresma ou no remate indefensável de Tarik.
No espaço de dois minutos, o «tri» conquistara alicerces sólidas e inabaláveis, que, analisados à devida distância, assumiam apenas a configuração de estruturas de apoio às fundações lançadas em Braga, ainda na primeira rodada. A maior a que o Dragão aplicou ao longo da temporada, vencendo o Estrela Amadora por 6x0.
Porque o descanso esteve longe de uma trégua, o Porto repetiu as amostras de excelência irrefutável. Mostrando um futebol equilibrado, que balança entre a sobriedade defensiva e a criatividade ilimitada no ataque, o líder à beira da consagração deu continuidade ao processo de trituração do opositor. O método de desmantelamento do adversário decorreu como até então, num misto de fervor, encanto e, talvez mais importante, de classe, de uma categoria inatingível.
O ataque, no gênero planeado ou na variante explosiva, num estilo muito próprio construído ao redor de transições rápidas, deu origem a mais quatro gols. Marcaram Quaresma, Bruno Alves, Lisandro e até Maurício. Exultou outra vez o público, feliz, divertido, parte integrante de uma festa anunciada, que prestou o devido tributo aos campeões, entre milhões de brilhantes, aplausos e labaredas. Primeiro no estádio, depois no Mundo Inteiro.
Parabéns aos brazucas no elenco campeão: Helton, Paulo Assunção, Lino, Leandro Lima e Adriano Louzada.
Referências:
Marina Silberberg
Carlos Santos
Em 13/04/2008, às 03:09:54, carlos página pessoal e-mail disse:
E bom participar do terra fotolong que tem por determinação,adimirar todos que fas parte da arte que se chma futebol,levando a mostrar grande postais que ficarão espaço que se chama tempo e hoje a ideia é recontruir tudo aquilo que foi esquecido,e levar e mostrar tudo de novo.....ok que deus abençõe.........
Em 13/04/2008, às 22:33:17, Ricardo Colonetti disse:
Realmente dispardo o melhor time de Portugal. Empora tenha ao meu ver somente mais o Benfica e o Spoting com futebol de nível no campeonato português, o Porto ainda é o melhor. Destaco Quaresma e Lucho nesse time, que possui muitos bons jogadores. Abraços...

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BAHIA, CAMPEÃO BRASILEIRO DE 1988

EM PÉ: João Marcelo, Ronaldo, Paulo Rodrigues, Tarantini, Paulo Robson e Claudir.
Agachados: Marquinhos, Bobô, Charles, Zé Carlos e Gil.

por Rafael Kafka em 04/04/2008

1988. Fim iminente da guerra fria, ditaduras se diluindo ao redor do mundo, a expectativa de um novo porvir para a humanidade e o extase de uma nação... Uma nação sofrida, uma nação guerreira, uma nação festiva, uma nação batalhadora...

Em essência uma nação que "balança o chão da praça enquanto sua dor balança, balança o chão da praça" do POVO! Naquele ano essa nação, a nação tricolor baiana se apresentava frente ao seu momento histórico mais único, via o seu mais amado filho que briosamente honrava suas cores e símbolos há 58 anos ter, novamente, um título nacional, 31 anos após derrotar o Santos de Pelé e dessa vez sem que pudessem questionar que aquele era, sim, um título BRASILEIRO!

Um momento histórico único de afirmação de um POVO, de afirmação do talento, da superação de preconceitos e limitações financeiras, estruturais, de toda ordem!

Naqueles dias eu era apenas um garoto de 11 anos que sonhava em ver o filho mais amado da minha terra, da terra da felicidade, sagrar-se campeão brasileiro e vencer todas as barreiras possíveis e imagináveis.

Eu que em cada gol, na semifinal contra o Fluminense, havia sido jogado por meu tio para o ar, contemplando, ao mesmo tempo com medo e fascínio, 120 mil pessoas em um delírio coletivo de felicidade!

Naquele momento, após a virada histórica no primeiro jogo da final, o Brasil se preparava para o que seria o título "certo" do Internacional.

A mídia ironizava o nome dos jogadores do Esquadrão de Aço como o inesquecível e eterno herói, Bobô, e a Bahia se unia em um misto de fé e esperança pelo seu filho, a Bahia, mãe do Brasil, dava as mãos naquele dia de ruas desertas e de famílias, amigos reunidos para vivenciar um momento histórico.

E o que parecia um milagre, aconteceu! O Esquadrão de Aço revelou-se, mais que nunca, intransponível, heróico, guerreiro! A mídia perplexa teve que reconhecer o talento daqueles heróis, a muralha Ronaldo, “a elegância sutil de Bobô”, a garra de um clube unido pela glória!

Naquele dia eu, um garoto de onze anos recém aprovado no Colégio Militar, cheio de sonhos, que vivia separado da extrema miséria das palafitas de Alagados por um estaleiro abandonado, naquele dia único esse garoto pôde chorar a alegria dos campeões, a alegria de quem sonhava um dia defender o filho mais amado de sua terra nos tribunais, de quem um dia sonhava em ver sua terra com aquela felicidade transformar-se em uma alegria permanente.

19 anos se passaram, o garoto tornou-se advogado, superou muitos obstáculos e pôde lutar por aquele time heróico, lutar para libertá-lo da destruição, lutar pelo retorno daquele momento de glória! Da memória os heróis nunca se afastaram e da alma a nação tricolor baiana, o POVO da Bahia, nunca se apartou.

Salve o POVO da Bahia, salve seu filho mais querido, Bi-Campeão Brasileiro, o Esporte Clube Bahia, salve a memória de um garoto que nunca desistiu de sonhar!

Comentários (19): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:27

Em 4/04/2008, às 00:50:23, Diego Simonetti disse:
Foi uma conquista não apenas do Bahia, ou da Bahia, mais também de todo o Nordeste. O Bahia é sem dúvidas, uma força do futebol nacional. E a sua torcida se não for a mais é uma das mais apaixonadas.


Em 4/04/2008, às 01:28:25,
Francis Silva disse: Muito legal o fotolog, tenho saudades de ver o Bahia na primeira divisão arrastando multidões em seus jogos em casa. Volte logo Bahia.

Em 4/04/2008, às 08:51:52, Hugo disse:
É Rapaz. Fonte Nova, Bahia competitivo. São coisas que vão e pelo jeito não voltar.

Em 4/04/2008, às 12:22:31, castelinho disse:
o momento é difícil, esteve turbulento ao extremo, e vai se aprumar, com fé e trabalho. A fonte faz falta, mas o Bahia é vivo pela paixão da torcida, e isso não morre.

Em 4/04/2008, às 14:01:39, Brener Teixeira disse:
Está aí, estampado, o meu maior orgulho. Meu Bahia.

Em 4/04/2008, às 15:33:31, Teobaldo Pereira de Jesus e-mail disse:
Eu não tenho inveja pois eu também passei por isso, sinto saudade e espero em Deus que em muito breve possamos ter essas mesmas alegrias...haja coração !

Em 4/04/2008, às 16:40:04, Válter Feitosa e-mail disse:
Quero muito agradecer a oportunidade de rever essse equadro. Simplesmente Maravilhoso. Que o nosso GLORIOSO ESPORTE CLUBE BAHIA volte a ter seus dias de glórias, não mais como no passado, mas com ousadas conquistas, por exemplo campeão sulamaericano. É um sonho, mas tenho direito a sonhar. Saudações tricoloridas. Válter Feitosa Santa Rita-PB feitosa´_valter@ig.com.br

Em 5/04/2008, às 01:25:52, Débora Menezes disse:
Chamem-me de louca, insana... até de Fanática.... mas eu amo meu Bahia e tenho muita fé e esperança que voltemos aos velhos tempos!!! Rafito! Mandou bem!!!

Em 5/04/2008, às 05:04:06, José Wilson Pinto de Castro e-mail disse:
Parabens, brilhante trabalho. Eu vivi as duas conquistas máxima do futebol baiano espero viver mais outras apesar do momento eu continuo sendo torcedor do Bahia.

Em 5/04/2008, às 05:57:28, kLEBER GOMES e-mail disse:
Parabéns pelo texto. E Vamos torcer nação tricolor, acreditar sempres que os tempos ruins acabaram e de agora em diante e levantar a cabeça e dar a volta por cima.

Em 5/04/2008, às 20:32:08, adriana Seixas disse:
Faltarma outros guerreiros ai como: Sales, Edinho, Pereira e muitos outros.

Em 6/04/2008, às 15:36:03, Thomaz disse:
BORA BAHÊÊÊÊÊÊÊÊA

Em 6/04/2008, às 20:05:03, RICARDO MOTA e-mail disse:
QUE SAUDADES DAQUELE TIME EU QUE SOU SERGIPANO TORÇO PARA O CONFIANÇA-SE E FLAMENGO MAIS ME RENDO POR UM GRUPO FANTASTICO COMO AQUELE

Em 12/06/2008, às 00:26:18, José Antonio da Silva Filho e-mail disse:
Estou com uma duvida, se possível gostaria de tira-la. Quem era o titular Sandro ou Marquinhos na campanha vitoriosa de 1988?

Em 12/06/2008, às 14:07:23, Rafael Kafka disse:
Marquinhos era o titular.Aliás, foi de Sandro o primeiro gol, de cabeça, que vi na Fonte Nova, no antológico 3 x 0 no Santos em 86.

Em 27/01/2009, às 16:27:57, Jacson disse:
Faltou creditar o preparador físico José Carlos Queiroz, à direita de João Marcelo.

Em 10/02/2009, às 19:09:11, marcos disse: sandro foi um grande jogador.

Em 17/02/2009, às 20:59:45, Marcelo Oliveira e-mail disse:
Se os dirigentes pararem de rolbalheira e realmente colocarem o coração no Bahia, não só teremos as alegrias do passado, como outras que ainda nao tivemos, como libertadores...

Em 8/03/2009, às 23:29:03, Ivan Gomes e-mail disse:
Há, como eu amo este time:estou muito confiante no trabalho que Paulo Carneiro e Macelo -o presidente,implatarão no Baiáço.....

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24 ANOS A ESPERA DO TETRA

EM PÉ: Taffarel, Jorginho, Aldair, Mauro Silva, Márcio Santos e Branco.
AGACHADOS: Mazinho, Romário, Dunga, Bebeto e Zinho.

Postado por Retrato na Parede em 28/03/2008 23:12

Na semana em que o Brasil comemorou num amistoso contra a Suécia os 50 anos a conquista do primeiro mundial vencido justamente em cima dos Suecos, lembraremos do título mundial de 1994, após 24 anos com o grito de TETRA campeão engasgado na garganta, com a conquista da copa do Mundo dos E.U.A enfim o Brasil conquista é o primeiro tetra campeão mundial do planeta, em cima da então tri campeã Itália.

Contando com grandes defesas de Taffarel, inclusive pênaltis em momentos de suma importância. Uma defesa que não inspirava confiança mas fez seu papel, Branco com problemas físicos acertou uma bomba contra a Holanda desempatando a partida e classificando o Brasil para as semifinais diante a Suécia. No meio a raça do capitão Dunga e Mauro Silva, e com meias de criação que não produziam o Brasil conseguiu se superar com Bebeto e Romário em fase extraordinária.

Logo após a fase de grupos, o Brasil viria a enfrentar os donos da casa sem qualquer tradição no futebol de campo, porém encharcados de orgulho, entusiasmo e patriotismo, os estadunidenses acreditavam que dava para vencer o Brasil, suamos mais vencemos por 1 x 0 com gol de Bebeto com direito a beijos em Romário.

Havia um consenso entre os jogadores, jornalistas e torcedores: de todos os adversários do Brasil até agora, a Holanda seria a mais difícil. É um time com experiência, uma boa escola e jogadores de alto nível. Foi a melhor partida do Brasil na Copa. Dominando amplamente, os brasileiros fazem dois gols com Romário e Bebeto e apresentava um futebol vibrante, rápido, inteligente e de emocionar. O marcador fazia justiça ao melhor futebol. Entretanto, uma falha de Marcio Santos, permitiu que a Holanda marcasse seu primeiro gol. Um jogo fácil se tornou difícil. Uma nova bobeada e novo gol holandês. Mas, aos 36 minutos, Branco cava uma falta e ele mesmo cobra. Era o gol da vitória, Brasil 3 x 2 Holanda.

Os torcedores começaram a acreditar na seleção. O adversário da semifinal foi a Suécia. Uma equipe fisicamente forte, cujo maior virtude estava na marcação dura e incansável que exercia a partir do meio campo. A Suécia arriscou mais e abriu sua defesa. Teve o jogador Thern expulso e Romário terminou fazendo o único gol da partida. Um gol que colocou o Brasil na sua quinta final de um mundial.

E chegou o dia da grande final. Em 1970, Brasil e Itália, bi campeões mundiais decidiram quem seria o primeiro tri campeão. Em 1994, novamente Brasil e Itália, tri campeões, decidiram quem seria o primeiro tetra campeão da história. Também estava em jogo o titulo de campeão mundial do século. O Brasil joga completo e inteiro. A Itália joga completa, mas suas duas grandes figuras, Baresi e Roberto Baggio, sem suas melhores condições físicas.

O jogo foi dramático e sem gols, na prorrogação os brasileiros tentando o gol e os italianos se defendendo heroicamente. Pela primeira vez, uma final de Copa do Mundo, foi decidida nos pênaltis. Uma defesa de Taffarel e um chute de Roberto Baggio para fora decidiram o tetra campeonato para o Brasil.

BRASIL TETRA CAMPEÃO.

Os campeões:
GOLEIROS: Taffarel (Reggiana – ITA), Zetti (São Paulo - SP) e Gilmar (Flamengo - RJ) LATERAIS: Jorginho (Bayern Munique – ALE) Cafu (São Paulo - SP), Leonardo (Kashima Antlers – JAP) e Branco (Fluminense - RJ)
ZAGUEIROS: Aldair (Roma - ITA), Márcio Santos (Bordeaux – FRA), Ricardo Rocha (Vasco – RJ) e Ronaldão (Shimizu – Japão)
VOLANTES: Mauro Silva (La Coruña – ESP), Dunga (Stuttgart – ALE) e Mazinho (Palmeiras – SP).
MEIAS: Zinho (Palmeiras – SP), Raí (PSG – FRA) e Paulo Sérgio (Bayer Leverkusen – ALE) ATACANTES: Romário (Barcelona – ESP), Bebeto (La Coruña – ESP), Müller (São Paulo – SP), Viola (Corinthians – SP) e Ronaldo (Cruzeiro - MG)

Referências:
http://www.museudosesportes.com.br
http://simbolos.no.sapo.pt/

Comentários (1): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:26

Em 28/03/2008, às 23:53:27, Eduardo Fernandes dos Santos e-mail disse:

Grande amigo Marcio,

Parabéns mais uma vez pelo belo post que nos faz lembrar aquela campanha de 1994. Depois de tantos anos sem ganhar um Copa do Mundo, nosso técnico Carlos Alberto Parreira traçou um único objetivo:ser campeão do mundo.

Montou um time forte na marcação e que tinha lá na frente Romário em fase espetácular.

Foi uma Copa maravilhosa para nós, apesar de termos mostrado apenas um futebol razoável. Mas o que importa é que ganhamos e recuperamos nosso prestígio e alto estima.

Prá mim Aldair e Romário foram os grandes destaques técnicos. Parabéns mais uma vez.

Grande abraço.

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Paraná Clube, Pentacampeão Paranaense 1997

EM PÉ: Denílson, Régis, Wendel, Fabiano, Sidnei e Ageu. AGACHADOS: Mazinho Loyola, Caio Júnior, Osmar, Ricardinho e Reginaldo.

Postado por Retrato na Parede em 22/03/2008 00:57

Um time recheado de bons jogadores que devem ficar na lembrança dos torcedores do Paraná Clube, craques que conseguiram o pentacampeonato Paranaense, deixando por cinco anos consecutivos o estado com um único dono, e nesse time nasceu Ricardinho (Ex- Corinthians, Bordeaux, São Paulo, Santos)também pentacampeão brasileiro pela seleção canarinho em 2002 com a “família scolari”, entre outros como o volante Sidnei (ex-São Paulo), o goleiro Régis (ex-Vasco da Gama e América do Rio), o atacante Mazinho Loyola (defendeu Internacional, São Paulo, Fortaleza e Corinthians), além é claro do hoje técnico Caio Júnior, que iniciou como treinador no próprio Paraná clube em 2000 ficando por três anos seguidos, voltou como treinador novamente em 2006 levando o time a Libertadores e que, recentemente estava no Palmeiras.

Vamos relembrar um pouco do jogo.

O Paraná Clube derrotou com facilidade o União Bandeirante por 3 a 0, e conquistou o pentacampeonato paranaense.

Na história do futebol do Paraná, foi a terceira vez que um time conquistou cinco títulos seguidos. Antes, o Britânia (1919 a 1924) e o Coritiba (1971 a 1976) haviam sido hexacampeões.

Ricardinho abriu o marcador aos 3 minutos do primeiro tempo. Caio Júnior ampliou aos 41 minutos. Aos 5 minutos do segundo tempo, o mesmo Caio Júnior fechou o placar de 3 a 0.

Logo após o apito final do árbitro, a torcida tricolor invadiu o gramado para comemorar o Pentacampeonato, fazendo uma festa colorida em vermelho, azul e branco.

Ficha Técnica: Paraná Clube 3 x 0 União Bandeirante Local: Estádio Érton Coelho Queiroz Árbitro: José Carlos Meger

Gols: Ricardinho aos 3 min do 1º tempo, Caio Júnior aos 41 min do 1º tempo e aos 5 min do 2º tempo.

Equipe: Régis, Denílson, Ageu, Fabiano, e Wendell; Sidnei, Reginaldo, Osmar e Ricardinho; Mazinho Loyola (Claudinho) e Caio Júnior. Técnico: Rubens Minelli.

Referências:
http://www.paranaclube.com.br
http://desenvolvimento.miltonneves.com.br

Comentários (5): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:25

Em 22/03/2008, às 01:52:36, Diego Simonetti disse: Grandes jogadores nessa façanha do Paraná! Mazinho Loyola, Ricardinho, Caio Júnior... Parabéns pela postagem Márcio!

Em 23/03/2008, às 17:42:40, gabriel disse: tricolor eh o meu amor!!!

Em 25/03/2008, às 08:31:55, Erlandsson página pessoal e-mail disse: Olá Márcio Kidura, sou membro do mundodabola no Yahoo Groups e queria fazer uma matéria virtual com vc, para postar no meu site - www.futeboldebate.com.br Entre em contato comigo! Abraços!

Em 2/04/2008, às 22:46:21, gerso disse: flu

Em 4/05/2008, às 15:02:21, jhonatan rosendo e-mail disse: Um elenco desses e di fazer inveja a qualquer time! mazinho Loyola jogava de mais.

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Fluminense, Máquina Tricolor de 1976

EM PÉ:: Renato, Carlos Alberto Torres, Edinho, Carlos Alberto Pintinho, Rodrigies Neto e Miguel. AGACHADOS: Gil, Paulo César Lima, Doval, Rivelino e Dirceu.

por Mauro Jácome em 14/03/2008

Em 1976, não satisfeito com o timaço que tinha, Horta inventou o troca-troca no futebol carioca. Do Flamengo, trouxe o goleiro Renato, o lateral Rodrigues Neto e o artilheiro Doval, cedendo o goleiro Roberto, o lateral Toninho Baiano e o meia Zé Roberto; Do Botafogo, trouxe Dirceu em troca de Mário Sérgio e Manfrini; e ao Vasco, cedeu Marco Antônio, Abel e Zé Mário em troca de Miguel e Dirceu. Do Santos, o Tricolor repatriou o capitão do tri, Carlos Alberto Torres e formou o time que ficou conhecido como a Máquina Tricolor.

Com o time devidamente escalado com: Renato, Carlos Alberto Torres, Edinho, Miguel e Rodrigues Neto; Carlos Alberto Pintinho, Rivelino e Paulo César Caju; Gil, Doval e Dirceu, o Fluminense era um time quase imbatível.

O futebol carioca tinha um campeonato forte, as torcidas enchiam os estádios e o Fluminense era o time a ser batido. A derrota para o Bonsucesso na primeira rodada por 3 x 0 serviu apenas para dar falsas esperanças para os rivais. O que se viu nos jogos seguintes foi a Máquina vencendo e encantando. Sobrou para o Goytacaz e para o Botafogo que sofreram impiedosas goleadas por 9 x 0 e 5 x 1 respectivamente. Na fase final, vitória sobre o América por 2 x 0 e empate com Botafogo e Vasco levaram a decisão do campeonato para um jogo extra contra o Vasco. O Maracanã estava lotado. 127 mil espectadores acompanhavam o jogo que teimava em permanecer em 0 x 0. O Vasco se defendeu o jogo inteiro, até que no último minuto da prorrogação, Paulo César cobrou falta na área, Gil escorou para o centro da área e Doval, artilheiro do campeonato com 20 gols, subiu mais que Abel, tocando de cabeça no canto de Mazzaropi. Fluzão bi-campeão carioca!

E com a torcida tricolor em festa, ecoava o grito que era marca registrada da Máquina: “É covardia! É covardia! Rivelino, Paulo César e Cia!”.

Fonte do texto: http://www.canalfluminense.com.br
Fonte da foto: Revista Placar

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Comentários (8): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:23

Em 14/03/2008, às 08:11:44, ricardo castelo página pessoal disse: o que mais me agrada das fotos é o uniforme usado nestas épocas, todos muito simples, com identificação imediata do torcedor.

Em 15/03/2008, às 06:55:30, FABRICIO e-mail disse: EU ERA MUITO NOVO NA EPOCA DA MAQUINA E NÃO TENHO RERCORDAÇOES DESTE TIMAÇO... COMO GOSTARIA DE TER ENTENDIMENTO NESTA EPOCA. COMO NÃO TINHA FICO COM AS HISTORIAS DO MEU VELHO

Em 15/03/2008, às 20:53:08, Ailton Mendonça disse: Jogar com certeza,trocava de time na hora e passava a torcer pelo Flu. Eu posso dizer,eu vi aquela orquestra jogar.E eram movidos a óleo FLUBRAX. "...Pára é covardia...Rivelino,Paulo César e companhia!..." (Jogos para sempre)

Em 15/03/2008, às 20:55:42, WAGNER ANDRE e-mail disse: A FINAL DE 76 FOI A PRIMEIRA VEZ QUE FUI AO MARACANA INESQUECIVEL AQUELE JOGO. FOI O MELHOR TIME QUE O FLU JA TEVE, NUNCA MAIS NINGUEM TERA UM TIME DAQUELE TODOS OS JOGADORES ERAM DE SELEÇAO

Em 17/03/2008, às 23:01:00, CAMPEAOZÃO disse: DA VIÑA DEL MAR, LIBERTADORES DO FLUZAO!!

Em 20/03/2008, às 19:48:04, Rubens Duarte página pessoal e-mail disse: Amigo Marcio, parabens pela iniciativa de postar os grandes de epocas anteriores. Fiquei muito feliz ao receber um comentario seu no meu blogger www.torcedornordestino.com , e quero adiantar que quero sim fazer parcerias em divulgar seu trabalho e ao mesmo tempo tambem divulgar o nosso em seu fotolog. Um abraco e aguardo um novo contato seu.

Em 1/04/2008, às 20:12:33, carlos magno faturini e-mail disse: É covardia, é covardia, Rivelino, Paulo Cesar e companhia!!! cantava a torcida eufórica com o gol de Doval.Que saudades da Máquina, eu tava lá na decisão com o vasco, Maraca lotadão, muito pó de arroz e muita alegria Viva o Flu

Em 17/03/2009, às 17:47:59, antonio claudio disse: tinha 10 anos em 75 aquando começou a saga da maquina ....sou fã daquele que foi maior meio -campo de todos os tempos ...seu nome ROBERTO RIVELLINO

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BORUSSIA DORTMUND CAMPEÃO BUNDESLIGA 2001/2002

Eis acima o último time campeão do Borussia Dortmund, já se faz quase cinco anos sem títulos e tempos de vacas magras para esse time Alemão da cidade de Dortmund. A Equipe de hoje não lembra de esquadrões campeões como o de cima, e a equipe comandada por Möller (3º maior artilheiro da história do B. Dortmund) onde conquistou o mundo em 1997 sendo campeão do mundial interclubes em cima do brasileiro Cruzeiro.

Além de campeão da Bundesliga foram vice campeões da copa UEFA do mesmo ano. Clube de massa teve uma média de público história na temporada 2004/2005 levando em média 77.264 espectadores em média por partida.

Dessa equipe Christian Wörms é um dos jogadores que mais vezes vestiram a camisa do B. Dortmund, até 2007 foram 439 jogos, estando em terceiro na história do clube perdendo apenas para Reuter 502 jogos, e Zorc 454 jogos.

No esquadrão de 2002 os Brasileiros Dedê (que não está nessa foto), Ewerton (Ex-Corinthians), Evanílson (Ex-Cruzeiro) e Amoroso (Ex-Guarani, Udinese, São Paulo, Milan...) faziam parte da equipe, sendo o maior destaque dessa temporada Amoroso. Atualmente apenas dois Brasileiros fazem parte da equipe do B.Dortmund, Evanílson e Dedê.

Postado por Retrato na Parede em 07/03/2008 21:59

Comentários (2): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:23

Em 8/03/2008, às 00:57:39, Borusso e-mail disse: Muito legal a matéria. Os recordes de presença são deveras uma das nossas marcas ®egistradas. Só acho que você deu trela demais pro nosso mundial. Somos €uropeus, lembre-se. Nosso maior título em 97 é a Champions, conquistada em cima da Juventus, esta sim, um adversário de verdade. Lars Ricken soberano!

Em 8/03/2008, às 21:21:50, Eduardo Fernandes dos Santos e-mail disse:
Grande amigo Márcio, Bela homenagem ao meu time preferido lá na Alemanha.

Eles, além de terem um belo uniforme, tem um estádio simplesmente maravilhoso e uma torcida apaixonada.

Pena que estão mal das pernas nos últimos anos, mas com certeza em breve estarão lutando por títulos novamente.

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Volta de Sávio ao Futebol Capixaba

Em pé, da esquerda para direita: Zé Afonso, Dênis, Sávio, Gilmar, Terceirinho e Alex Passos
Agachados: Alex Gomes, Kaike, Vinícius, Aloísio e Jonathan

Créditos: Pauta Livre e Thierry Gozzer

Essa foto histórica da Desportiva Capixaba ilustra a volta de um dos maiores esportistas capixabas da história, que durante anos representou o nosso querido estado muito bem, no Brasil e Exterior. Sávio volta a sua terra natal para colaborar com o crescimento do futebol capixaba, e além de jogador da equipe Grená será responsável pelas equipes de base da tiva, sem dúvidas um ícone para o ressurgimento do futebol capixaba no cenário nacional. Em sua apresentação Sávio fez questão de lembrar das pessoas que o ajudaram em sua volta e de seu pai.

“A minha volta é um reconhecimento que quero fazer pelo esforço de todos que se envolveram na negociação. Meu pai, que já faleceu, está radiante nesse momento. Nunca vou me esquecer dele me seguindo pelos campos desse Estado, quando eu era menino e defendia a camisa grená”, disse.

Sávio preferiu voltar a sua casa, mas ofertas não faltaram.

“Tive várias propostas para atuar no exterior bem mais rentáveis, mas preferi assinar com a Desportiva, principalmente para colaborar com o crescimento do futebol capixaba”, disse o jogador, se referindo aos contatos que recebeu da Grécia, Catar e Estados Unidos.

Falando do jogo, marcava a estréia de Sávio na Desportiva, a torcida compareceu e o jogo era diante do Rio Branco, ou seja, um clássico capixaba repleto de atrações, e uma dessas atrações era o próprio Rio Branco, que não se intimidou diante do time Grená formado pelo estreante Sávio, o grandalhão Zé Afonso (campeão brasileiro em 1996 pelo Grêmio), Terceirinho (o Leão Grená), o bom lateral Jonathan (atual campeão capixaba com o Linhares), e o experiente Alex Passos, sendo esses dois últimos grandes responsáveis pela derrota da Desportiva.

Já do lado do Rio Branco estava o habilidoso Andrezinho (considerado por muitos o melhor do jogo), Kill (o artilheiro) e Riogoberto, bom batedor de faltas.

O time capa-preta venceu a Desportiva, mostrou personalidade, muito raça e sacramentou a Vitória por 2 x 0 nesse jogo histórico, no qual fica a torcida para que seja uma data que marque o inicio do renascimento do futebol capixaba, a Desportiva não venceu, mas o futebol capixaba ganhou com certeza.

Boa sorte ao Sávio, e claro, ao futebol capixaba!


Comentários (6): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede

Em 28/02/2008, às 15:24:25, Rodrigo Azevedo - Várzea Design F.C | página pessoal disse:
Obrigado por ter passado no fotolog da Várzea Design F.C e com certeza foi uma grande homenagem a esse craque capixaba - entro outros que fazem sucesso.


Em 28/02/2008, às 23:13:38, Felipe disse:
Grande! equipe um dia voltara aos tempos de glória do passado!
Em 3/03/2008, às 21:41:56, Eduardo Fernandes dos Santos | e-mail disse:
Márcio,

Parabéns pela bela postagem, e fico feliz em ver o Sávio de volta ao Brasil.

E continue escrevendo, precisamos de sites assim.

Abração de seu amigo Eduardo...
Em 4/03/2008, às 00:37:24, Paulo Soares disse:
Márcio, como o amigo acima bem disse você deveria atualizar o fotolog mais vezes para nos relembrar esses grandes esquadrões que marcaram história.

E boa sorte ao Sávio, e que o futebol capixaba volte a ser grande.

Em 13/03/2008, às 15:57:51, Diego Simonetti disse:
Ótima foto! Torço para que o futebol capixaba volte à Série B do futebol brasileiro.

Recordo neste momento do confronto entre Desportiva x ABC pela Série B de 1999 no ES.

ABC venceu 1x0, gol de Robgol.
Em 4/06/2009, às 00:23:35, savio jose leal disse:
estou feliz de ver o xara de volta tambem sou fâ de seu futebol mesmo que seja na serie c.

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LINHARES, CAMPEÃO CAPIXABA DE 1993

Em pé: Canário, Ivan Baiano, Sílvio, Rocha, Iran e Cerezo.
Agachados: Tinco, Tião, Cássio, Arildo Borges e Leandro.

O melhor time que Linhares já viu jogar, e o de melhor destaque também. Campeão capixaba de 1993 o Linhares surpreendeu o Brasil ao desclassificar o Fluminense de Branco e o capixaba Ézio (Super Ézio).

O Linhares Esporte Clube foi fundado em 15 de março de 1991, como resultado de uma de fusão dos dois times da cidade de Linhares: Industrial Esporte Clube e o América Futebol Clube.

Em tão pouco tempo de sua fundação o estado conheceu um forte time ao norte capixaba, bem montado e jogando com o regulamento em baixo do braço o Linhares teve apenas uma derrota nos vinte jogos disputados.

A boa fase da equipe levou o Linharense a acompanhar o time sempre, principalmente no Guilherme Augusto de Carvalho (Guilhermão), que teve média de público de 2.700 pagantes por jogo, grande apoio vindo das torcidas Mancha Azul e Raposões da Fiel, principais torcidas Linharense.

O excelente ano de 1993 teve continuidade em 1994 quando o Linhares desclassificou o Fluminense, e chegou em 3º lugar da Copa do Brasil. Foram dois empates com o Fluminense, mas os dois gols que fizera fora de casa deu a classificação ao Linhares, na primeira partida 2x2 nas Laranjeiras, e o segundo em Vitória, novo empate agora de 1x1, com um gol de falta de Arildo Borges aos 46 minutos do segundo tempo.

Logo após passar o Flu, o Linhares enfrentou ainda São José (AP), Comercial (MS) e foi desclassificado pelo Ceará na semi-final, e na outra semi-final o Grêmio passou pelo Vasco, e na final venceu o Ceará sagrando-se campeão da Copa do Brasil de 1994.

Do time acima Hiran e Arildo Borges foram os que tiveram maiores destaques.

Arildo Borges já experiente com passagens por Rio Branco, Nova Venécia, Muniz Freire, América-MG e Anapolina-GO, mostrou toda sua habilidade com a perna esquerda e tinha como grande arma suas cobranças de faltas, era o cérebro do Linhares.

Já o goleiro Hiran mostrando sempre uma garra incontestável dentro de campo deu segurança ao time e a torcida. Teve destaque nacional no Linhares parando o Fluminense, e quando fez um gol de cabeça atuando pelo o Guarani frente o Palmeiras e Velloso e cia, o jogo terminou era 2x1 e nos últimos minutos Hiran empatou a partida. Teve ainda um excelente passagem por Internacional (sendo quase eleito como melhor goleiro do Brasil pela revista Placar), além de Atlético-MG e Ponte Preta.

Uma pena que o sucesso precoce do LINHARES ESPORTE CLUBE não durou muito, também precocemente o time se endividou, perdeu seu estádio e fechou suas portas, deixando a apaixonada torcida Linharense entristecida. Hoje a cidade é representada pelo LINHARES FUTEBOL CLUBE, fundado em 2001 e que disputa a primeira divisão do campeonato capixaba.


Comentários (12): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:21

Em 5/01/2007, às 16:19:07, Mauro disse:
Amigo, gostei de seu blogue e gostaria de adicionalo como meu favorito. Mas não sei como faze-lo. Te deixo o endereço do meu blogue, se você se interessar podemos trocar os links, e adicionar como favorito. Não digo pela audiencia do blogue, e sim pelos assuntos serem semelhantes. História do futebol. Abs,

http://diadejogo.blog.terra.com.br


Em 5/01/2007, às 17:17:06, Matheus Martins disse:
uhhauhauhahu Bela Foto!
E sempre bom relembrar um time que foi vitorioso na sua historia, e espero que volte a ser!

vlwww
Em 7/01/2007, às 16:03:02, Diego Simonetti disse:
Não sabia que Iram tinha atuado pelo Linhares. Parabéns, Márcio por relembrar clube pequenos, mas que deixaram sua marca no futebol do Brasil.
Em 8/01/2007, às 02:12:02, Felipe Adami disse:
esse linhares fez muito sucesso!
Todos os jogos a torcida linharense fazia do guilhermão um verdadeiro caldeirão. Era linhares ôô, linhares ôô. Arildo com suas magistrais cobranças de falta sempre faziam a alegria da galera. A torcida já sabia que era gol quando a falta estava proxima da area e ele se aproximava para a cobrança.
Muito manera sua foto Márcio. Esperamos que o linhares possa fazer melhor que no ano passado no campeonato capixaba..apesar de ter chegado na final do primeiro turno e perdendo para o estrela e nao se classificando por pouco para a final do segundo turno.
Vamos lá linhares!!!!
abraços
Em 9/01/2007, às 17:37:24, ANDRE | e-mail disse:
ACHO VC PEGAR FOTOS DE PEQUENOS QUE FIZERAM SUCESSO,ESTOU CHEGOU JORNALISTA,QUE SO FALAM DE TIMES GRANDES,POR FAVOR SABERIA ME DIZER QUANDO FORA FUNDADO INDUSTRIAL ESPORTE CLUBE,QUE DEU ORIGEM AO LINHARES
Em 10/01/2007, às 13:11:51, Eduardo Fernandes dos Santos | e-mail disse:
Fala meu amigo Marcio,

Parabéns pela bela matéria sobre o Linhares. E claro, parabéns por todo seu trabalho sempre de qualidade e feito com carinho para nós que amamos o futebol.
Em 29/01/2007, às 12:05:29, robson disse:
é sim ...mossoró do baru...rsrsrs
vlw
mas aqui tem o potiguar que é melhor q o baraunas...


Em 3/02/2007, às 21:50:41, idelberth luigi | e-mail disse:
eu vi esses jogo esses jogos contra o fluminense.e eles nunca mais sairam da minha mente.sou um linharense de coração.foi uma época mágica.eu conheci o hiram e acompanhei a sua carreira.é para mim um dos melhores goleiros que vi jogar.
Em 21/03/2008, às 21:52:27, Fernando Trevezani Netto | e-mail disse:
Grande Linhares...

Um Clube "pequeno" no senário nacional, mas grande no coração dos linharenses, esse time marcou, e fez com que os linharenses se apaixonassem mais e mais pelo futebol...
E pela Copa do Brasil uma triste desclassificação para o Ceará, após empatar em forataleza por 0 x 0 acabou perdendo "em casa" pois o jogo foi na capital Vitória, por 0 x 1.
Saudades Linhares... Torço para que volte ao senário nacional, pois tenho orgulho de ser capixaba....

Abraços.....
Em 6/08/2008, às 13:07:45, sullivan disse:
ate hj lembro com saudades das tardes de domingo vendo o linhares jogar,as torcidas organizadas tocando, era mto emocionante, tomara q volte a ter o mesmo charme q tinha antigamente!
Em 29/08/2008, às 22:23:21, willian sibien | e-mail disse:
adorei a materia!!!Eu, apesar de morar em vila velha amava esse time do linhares. Uma pena mesmo ter acabado
Em 15/05/2009, às 19:46:54, Cássio filho disse:
Esse era o time
meu pai CASSIO CHASTINET ESTEVAM
jogava muito
de um tempo pra ca meu pai parou de jogar futebol agora eu Cássio filho vou dar continuidade a carreira de jogador do meu
abrazz a todos linharensee

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Vasco 0 x 3 Baraúnas - Copa do Brasil 2005

2005 eliminando equipes como América MG e Vitória BA, além de ter humilhado o Vasco em pleno São Januário com um placar de 3 x 0 com direito a gol de Cícero Ramalho de 40 anos e 11 kilos acima do peso, e completaram o placar Toni e Henrique para o time de Mossoró-RN.

Nem mesmo Romário e Alex Dias conseguiram conter a fúria do Leão de Mossoró, mesmo começando marcando o Baraúnas no seu campo de defesa o time carioca sofria com o Baraúnas que tinha as melhores chances do jogo.

Mostrando que a viagem para o Rio de Janeiro não era só turismo, o time potiguar resolveu partir para cima e teve duas chances em cobranças de falta frontais, ambas com Célio, pelo lado. Aos 26min, Val foi à linha de fundo e cruzou na segunda trave. O goleiro Fabiano só acompanhou e bola chegou no veterano Cícero Ramalho, sozinho, que, sem dificuldades, completou para as redes. Incrédula, a pequena torcida vascaína presente a São Januário começou a vaiar o time. Aos 10min da etapa final, o Baraúnas tocou a bola sem marcação na entrada da área. O meia Toni dominou e chutou fraco, no meio do gol. O goleiro Fabiano Borges, em uma falha clamorosa, deixou a bola passar por baixo. Era o segundo do Baraúnas, para desespero da torcida vascaína. Aos 22min, no terceiro contra-ataque consecutivo, Toni desviou de cabeça para Henrique, que chutou forte, rasteiro, entre as pernas de Fabiano Borges. Com o 3 a 0, a pequena torcida começou a gritar olé, vaiar e xingar o técnico Joel Santana e o presidente Eurico Miranda.

DADOS DO JOGO: VASCO Fabiano Borges; Coutinho, Adriano, Marcos e Jorginho Paulista; Osmar (Diego), Ygor, Allann Delon (Rubens) e Róbson Luiz (Gustavo); Romário e Alex Dias Técnico: Joel Santana

BARAÚNAS Isaías; Da Silva, Pedrosa, Nildo e Agnaldo; Célio, Amarildo (Edinho), Val, Toni e Álvaro (Hermano); Cícero Ramalho (Henrique) Técnico: Miluir Macedo

Local: estádio de São Januário, no Rio de Janeiro Renda: R$11.260,00 Público: 2254 pagantes Árbitro: Édson Esperidião (ES) Auxiliares: Marcos Antônio Collodetti (ES) e Eurivaldo Lima (RJ) Cartões amarelos: Osmar (V), Amarildo (B) e Pedrosa (B) Gols: Cícero Ramalho, aos 26min do primeiro tempo; Toni, aos 10min, e Henrique, aos 22min do segundo tempo

A A.C.E.C. BARAÙNAS, fundada em 14 de janeiro de 1960, entidade reconhecida de utilidade pública pela lei estadual nº 4268/73 e pela lei municipal nº 60/63, hoje com escritório funcionando na rua João da Escócia, nº 16 no estádio prof. Manoel Leonardo Nogueira,no bairro de Nova Betania,nesta cidade.CNPJ nº 08079/0001-82. O Baraúnas tem se destacado ao longo de seus 45 anos de existência no cenário futebolístico do RN, do Nordeste e do Brasil, com sua camisa tricolor,nas cores, verde, vermelha e branca. É com segurança o clube de maior torcida do interior norte-rio-grandense e é o mais querido da cidade de Mossoró. O Baraúnas foi Vice-campeão do Estado, por duas vezes. Com a realização de uma completa auditoria, diagnosticamos a realidade do clube, onde ficou definido um plano de metas estratégicas a serem cumpridas num prazo máximo de três anos. Com relação aos planos de meta pré-dito, o Baraúnas já se adaptou a modernidade do futebol mundial, atualmente com uma nova gestão no futebol, o clube é uma empresa, administrado com organização, respeito, transparência e competência, renovando suas ações e dando um novo gerenciamento aos seus departamentos. O objetivo do Baraúnas é obter performance técnica e lucros nos campeonatos, mantendo a paixão de seus torcedores, sem gastar mais do que os recursos disponíveis, ou seja, sem se endividar.

Comentários (5): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:20

Em 18/12/2006, às 16:01:57, Eduardo Fernandes dos Santos e-mail disse: Bela matéria meu amigo, como é normal vindo de vocçê. acho que pior vexame que este foi o do Palmeiras contra o ASA de Arapiraca em pleno Palestra Itália.

Em 18/12/2006, às 20:57:25, Segundo página pessoal e-mail disse: E para completar fomos campeões estadual pela primeira vez nesse ano de 2006. Mais uma alegria pra essa torcida tricolor que tanto ama esse time...

Marcio.. parabens pelo seu fotolog e parabens por divulgar nao so os times grandes mas também os times pequenos que entraram pra historia do futebol brasileiro! hehehehe

parabens mesmo a partir de hj sou visitante assiduo do seu fotoglob.

abraços. Enaldo Segundo. torcedor fanatico do baraunas...

Em 18/12/2006, às 23:47:21, Pedro Italo disse: Muito boa a materia,muito boa mesmo,meu leao entrou mesmo p historia,ganhar do vasco em sao januario nao e p qualquer time!!! Um grande abraço Marcio,otima materia!!

Em 19/12/2006, às 02:27:44, Diego Simonetti disse: Sou potiguar e vibrei muito com a vitória do "tricolor do bairro doze anos" ou o "Leão do Oeste", codinomes pelo qual o Baraúnas é conhecido no Rio Grande do Norte. Valeu pela lembrança Kidura!!

Em 19/12/2006, às 17:07:15, Ivan Maurício fotolog disse: Parabéns pelo seu fotolog!!! Grato por sua presença amiga!!!

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Avenir Beggen 1969

O Avenir Beggen é um clube de futebol de Luxemburgo, da cidade de Luxemburgo. Foi fundado em 1914, após a invasão de tropas alemãs ao país, em 2 de agosto daquele ano, durante a Primeira Guerra Mundial. Logo após as tropas alemãs deixarem o Pais, um grupo de homens jogando futebol de várzea resolveram fundar o Avenir Beggen. Num Domingo fizeram a estréia do time num jogo contra FC Gilsdorf e venceram por 3 x 0. A criação desse time foi logo se espalhando pelo norte da cidade de Luxemburgo. Em primeiro de Julho de 1915 foi formalizada a criação e teve como seu primeiro presidente Fraz Deitz. Nesse mesmo ano o clube associou-se a Luxembourg Football Association (LFA).

Na foto acima é a formação da primeira conquista do Campeonato de Luxemburgo.

Comentários (1): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:19

Em 12/05/2008, às 02:53:22, simon disse: o ano da foto e mesmo 69?

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Sport Club Ulbra Ji-Paraná, campeão da segunda divisão Rondoniense.

A formação acima foi sagrou-se campeã da segunda divisão Rondoniense. Apesar de sua recente fundação a equipe vem obtendo resultados ótimos, como os 21 x 0 em cima do Shallon PVH. Foi campeã da segunda divisão no ano de sua fundação, e nesse ano da primeira divisão.

Fundado em 1º de abril de 2005, o Sport Club Ulbra Ji-Paraná surge no cenário estadual esportivo a fim de quebrar paradigmas, mostrando que organização e seriedade ganham jogo.Respeitando as tradições do futebol de Rondônia, o time da Ulbra visa seguir a carreira da equipe mãe, sediada na Universidade Luterana do Brasil em Canoas (RS).

O Sport Club Ulbra visa unir o ensino com a prática esportiva, tendo um time com boa base acadêmica e é claro, trazer alegrias para sua torcida que está em formação.

O Sport Club Ulbra Ji-Paraná, nasceu por meio das ações do Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná. Com o mesmo objetivo da Universidade Luterana do Brasil, em ser referência na busca pela melhor qualidade de vida dos cidadãos, faz do lema da Ulbra Nacional e mesma linha de pensamento, com as ações na unidade de Ji-Paraná.

Comentários (4): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:18

Em 18/12/2006, às 19:05:42, Wiverson Bessa página pessoal e-mail disse: ai maninho quando vc tiver novidades no mundo ESPORTIVO me da um toque falo!!!!

Em 19/12/2006, às 02:37:39, Diego Simonetti disse: Essa é uma relíquia!!!

Em 14/04/2009, às 15:56:33, kamila página pessoal e-mail disse: vocêis estão muito lindos

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Itália, campeã do mundo de 1938

Em pé: Combi, Monti, Monzeglio, Bertolini, Allemandi e Ferrari. Agachados: Guaita, Meazza, Shiavo, Ferraris e Orsi.

Fonte: museu dos esportes

A segunda Copa do Mundo, ao contrário da primeira, teve realmente uma dimensão mundial. Trinta e dois países, que representavam todos os continentes, se inscreveram. Depois das eliminatórias, ficaram dezesseis países para disputar a competição na Itália. O Brasil, diante da desistência do Peru, com quem deveria se enfrentar, em um dos grupos sul-americanos, garantiu automaticamente, a sua ida para a Itália. Das chamadas grandes potências, apenas a Inglaterra não compareceu. Mas, a segunda Copa, pelo menos, num ponto, foi muito semelhante à primeira. O Brasil não esteve presente com sua força máxima. E mais uma vez o motivo foi uma crise interna. Um ano antes da implantação do profissionalismo no Brasil, Rio e São Paulo dividiria o nosso futebol. De um lado, fiel ao amadorismo, a CBD. Do outro, adeptos do novo regime, a Federação Brasileira de Futebol. A esta ultima estavam filiados os principais clubes cariocas e paulistas. Como a FIFA não reconhecia a Federação Brasileira de Futebol, caberia a CBD convocar a seleção para disputar a Copa do Mundo na Itália. No Rio de Janeiro, apenas o Botafogo continuava firme na CBD. Carlito Rocha, era o homem forte do Botafogo e passou a ajudar a entidade maior do nosso futebol. E foi através de Carlito que a CBD começou a fazer boas propostas financeiras aos grandes jogadores para integrarem a seleção brasileira.

No Rio, três vascainos aceitaram a proposta. Rei, Leonidas da Silva e Tinoco. Mesmo assim, um deles, o goleiro Rei, desistiu e devolveu a Carlito Rocha os vinte contos de réis que tinha recebido adiantados. Em São Paulo, o CBD convenceu Silvio Hoffmann, Luizinho, Armandinho e Waldemar de Brito. O Palmeiras levou seus craques para a Fazenda Dobrada, de propriedade do presidente Delmanto. Seus empregados tinham ordem de não deixarem Carlito Rocha se aproximar dos jogadores esmeraldinos. A CBD convocou mais doze jogadores e vinte e um atletas viajaram no dia 12 de maio, a bordo do navio Biancamano, numa desconfortável e monótona jornada até o porto italiano de Gênova. Desta vez, embarcou um técnico chamado Luiz Vinhaes. Carlito Rocha seguiu como arbitro e delegado. Francisco de Paulo era o tesoureiro e José Caribé da Rocha era o jornalista. A viajem durou onze dias e todos chegam cansados e sentindo ainda os efeitos dos enjôos sofridos durante o longo percurso, que teve uma parada em Barcelona para apanhar os jogadores da seleção espanhola.

Nos jogos na Itália, os dezesseis finalistas decidiam sua sorte na base do tudo ou nada. Os vencedores iam passando para as etapas seguintes. Os perdedores voltavam para casa. Um sistema que a seleção brasileira sabia que cada jogo era uma decisão. E isso ficou evidenciado no jogo de estréia contra os espanhóis que tinham um excelente time. O goleiro Zamora era apontado como o maior da Europa. Muitos outros craques se destacavam no futebol mundial.

O jogo final foi disputado no dia 10 de junho em Roma. Não foi, porém, um mero cumprimento de tabela, um simples desfecho de festa para os italianos. Eles sofreram, e muito, para chegarem aos 2x1 sobre a Techecolovaquia. Na Tribuna de Honra, Mussolini estava nervoso. Após os noventa minutos do que ele supunha ser uma final fácil, o empate de 1x1 tornava necessária uma prorrogação de mais meia hora. Nela, somente nela, veio a vitória sofrida, graças a um gol de Schiavo. A Itália era campeão do mundo. Nada mais natural do que aquela comemoração toda. No centro do gramado, os jogadores se abraçavam e abraçavam o treinador Pozzo. O desabafo era de jogadores que passaram três meses sem ver a família, concentrados num rigoroso regime disciplinar e que, naquele momento eram heróis nacionais. Eram campeões do mundo.

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Atlético - MG, campeão Brasileiro de 1971

O campeonato Brasileiro de 1971 foi decidido em um triangular, envolvendo Atlético Mineiro, São Paulo (de Gérson, Toninho Guerreiro e Cia) e o Botafogo, que tinha em Jairzinho, o Furacão da Copa de 70, ainda soprando forte e com o poder de devastar defesas inteiras - esta era a grande esperança do Botafogo que vinha de derrota para o Tricolor paulista por 4 a 1. Ao Galo bastava o empate depois da sofrida vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo. Encarar o Botafogo do zagueiro Djalma Dias, do volante Carlos Roberto e dos atacantes Zequinha e Jairzinho, porém, não era tarefa fácil nem mesmo para a "primeira grande obra do Mestre Telê Santana", à epoca com 40 anos, magro e com os cabelos ainda negros. Precisando vencer a partida por uma diferença de seis gols, para ficar com o título, a equipe do Botafogo atirou-se ao ataque tão logo o jogo começou. Mas foi o Galo quem teve a primeira grande chance da partida, aos 27min, Dario ganha na corrida de Djalma Dias e Queirós salva na hora H. A segunda grande chance da partida veio por meio de Jairzinho que estava numa tarde endiabrada e, aos 36 minutos do 1° tempo, mata no peito, passa por Tião, Oldair e Vanderlei, toca para Nei, recebe de volta, prensa com Grapete e, no rebote, acerta uma bicicleta. Na sobra Zequinha chuta na trave. No 2° tempo, logo a 1 minuto de jogo, Dario sofre falta à frente da área. Vanderlei cobra forte e Wendell faz grande defesa. Aos 12 Zequinha dribla Oldair e cruza. Jairzinho, de novo, conclui de bicicleta.

Recuperado no lance, Oldair tira a bola que tinha endereço certo. Em uma grande jogada individual do meia Humberto Ramos, sai o gol do titulo. Ele dribla e passa por Mura, Carlos Roberto e Marco Aurélio, chega dentro da área e cruza para Dario cabecear no canto esquerdo de Wendell. Na comemoração, Humberto Ramos, ajoelhou-se agradecido pela jogada e Dario fez a festa. A partir daí o Botafogo esmoreceu, a equipe ficou abalada, sentindo que não daria para tirar a diferença. Tranquilo na partida, o Atlético pressionou até o final e poderia ter ampliado o placar, aniquilando o Botafogo. O São Paulo, que aguardava com ansiedade uma vitória simples do Botafogo para ficar com o título, teve de se contentar com a segunda colocação. Após o final da partida Telê Santana desabafou. "Peguei um time talentoso, que há cinco anos não ganhava títulos e estava com o moral baixo", comentou, cuja primeira proeza foi o título mineiro em 1970. No brasileiro, as bruxas eram os clubes do Rio e São Paulo. "Fiz a equipe entrar em campo sempre confiante nos dois pontos, eu mandava o time atacar e se preocupar só em jogar futebol.
Assim são maiores as chances de vencer", ensina o mestre. Tanto que, durante toda a competição, o jogo "limpo" do Atlético, lhe rendeu apenas dois cartões amarelos e nenhum vermelho. Teve o melhor ataque do campeonato com 39 gols marcados e o artilheiro da competição - Dario "Dadá Maravilha" com 15 gols - além do título - é claro.

Ficha da PartidaBOTAFOGO 0 x 1 ATLÉTICO/MGData: 19/Dezembro/1971 Local: Maracanã (Rio de Janeiro)Gol: Dario aos 18 do 2° tempo Árbitro: Armando Marques de Mesquita (SP) Renda: Cr$ 294.420,00 Público: 46.458 Expulsão: Mura e Carlos RobertoBotafogo: Wendell; Mura, Djalma Dias, Queirós e Valtencir; Carlos Roberto, Marco Aurélio (Didinho) e Careca (Tuca); Zequinha, Jairzinho e Nei Oliveira. Tec.: ParaguaioAtlético/MG: Renato; Humberto Monteiro, Grapete, Vantuir e Oldair; Vanderlei e Humberto Ramos; Ronaldo, Lola (Spencer), Dario e Tião. Tec.: Telê Santana

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Galatasaray, campeão da copa UEFA de 2000.

Em pé da esquerda para direita: Cláudio Taffarel, Carlos Capone, Gheorghe Popescu, Umit Davala, Bulent Korkmaz e Hakan Sükur. Agachados: Okan Buruk, Gheorghe Hagi, Suat Kaya, Arif Erdem e Ergun Penbe.

O Primeiro clube turco a conquistar o título da copa UEFA batendo o também ótimo time do Arsenal por 4x1 nas penalidades após empate no tempo normal e extra. Uma conquista histórica no dia 17 de maio de 2000, no Parken Stadium em Copenhagen, Dinamarca.

Depois de empates no tempo normal e extra, o jogo seria decido na cobrança de pênaltis. E no gol turco estava um especialista em defesas de penalidades, Taffarel ídolo de muitos goleiros brazucas que anos antes de ir para o Galatasaray mostrava ao mundo que sua “baixa estatura” não o impedia de voar nas bolas, e ajudar a seleção Brasileira a conquistar a copa de 94 depois de uma fila de mais de 20 anos, e ajudar a mesma seleção a desclassificar a Holanda na copa de 1998. E foi com um currículo invejável que Taffarel mostrou ao croata Suker que mesmo mais experiente ele ainda era o bom e velho Taffarel, e segurou do seu lado esquerdo a cobrança do Croata.

10.000 turcos que estavam no estádio pularam de alegria com a defesa do Brazuca, e com os erros do adversário comemoraram o tão sonhado título. Além desses muitos torcedores turcos, 170 deputados e 7 ministros turcos acompanharam a heróica vitória do Galatasaray, além de mais de 100 membros da impressa testemunharam a grande conquista do Galatasaray.
Depois da vitória, várias autoridades turcas felicitaram os jogadores pela conquista que se expandia por toda Europa, e principalmente pelos rivais do Arsenal.
Autoridades turcas diziam que a vitória era muito importante não só para os torcedores do clube, mas para a nação turca que sofreu muito com terremotos no ano anterior. Segundo Fatih Terim “Muitos povos sofreram tragédias no terremoto na Turquia o ano passado e se esta vitória trouxesse alguma felicidade para trás em suas vidas, estou feliz assim como todos os jogadores, que sabem que deram felicidades ao sofrido povo turco”.
Assim como os turcos a Europa deu ênfase ao título turco, e vários meios da impressa deram cobertura grande ao sucesso proeminente do Galatasaray nas finais da UEFA. A agência de notícias Reuters escreveu “Galatasaray carregou a copa para seu museu”.
Os Britânicos da BBC elogiaram Taffarel, Sükur, Ümit, Arif, Hagi e Popescu e escolheu Taffarel como o melhor jogador da partida, e não era para menos, Cláudio fechou o gol turco. Os Alemães da ARD disseram “Galatasaray mereceu a copa da UEFA”
Esse foi o histórico Galatasaray de 2000, um time recheado de estrelas mundiais como o excelente goleiro Taffarel, os romenos Popescu e Hagi (que jogaram muito no mundial de 1994, levando a Romênia a bater Argentina de Maradona e Batistuta, Hagi tinha uma perna mágica, grande maestro Romeno, e no time turco, ambos sendo protegidos por Popescu), e o turco Sükur, autor do gol mais rápido em mundial, feito em 2002.


Comentários (7): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:15

m 8/06/2006, às 01:15:32, Cadito | fotolog disse:
Alouôô

Falaí Marcio,
Muito bom o seu flog. Tem fotos históricas!!!!!
Só não vi do meu pobre Coringão ainda.... e como tá derrubado meu Timão...

Brigadão pela visita.

valeu
sifuime
Ah, tava esquecendo, hoje o
OOOPS!!! FALHA NOSSA!!! vai de cabeça:
http://fotolog.terra.com.br/cadito:325


Em 8/06/2006, às 09:55:46, Ivan Maurício | fotolog disse:
Grato pela visita. Gostei muito do seu fotolog. Está entre meus favoritos.
Em 9/06/2006, às 11:21:01, Facta | fotolog disse:
vai que eh sua tafarel huahua
ae galera ta adiconado nos favoritos!!
abraçao e sempre passe no nosso fotolog

abraçoS!!!
Em 18/06/2006, às 12:11:23, Sérgio | fotolog disse:
Fotolog bem focado no assunto. Parábens!
Obrigado pela visita.
Volte sempre :-)
Em 27/06/2006, às 10:46:55, Favor enviar para Ronaldo Fenômeno | e-mail disse:
Quando tudo parece "perdido"o ânimo e renovado e lá está o Ronaldo no auge, a midia que critia volta a aplaudir. A grande verdade é que para Jesus você sempre tem grande valor e Ele que passou por muitas criticas sem causa alguma, marcou o grande gol de placa e é o maior Fenômeno da história.Lembre-se sempre Jesus te ama muiiiito.
Em 13/09/2006, às 12:02:10, jorge | página pessoal disse:
eu sou fã do galatasaray!
http://ubbiar.fotolog.com/jorgemhz/?pid=14368170
Em 25/02/2009, às 13:48:07, promescu disse:
realmente quem levou o time ao título foi esse grande jogador romeno gheorge hagi.

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Estrela do Norte (ES) de 1961

Em pé da esquerda para direita: Cuca, o goleiro Geraldo Latufe, Adilson Caetano,
Gregório, Pedrinho e Mário José com seus 17 anos. Agachados: Massagista Gildo,
Zinho (Que ia de Soturno para Cachoeiro de bicicleta e corria uma barbaridade durante 90
minutos), Osmar, Alcenir, Jurandir e Volmir.
Fonte: www.estreladonortefc.com.br

Essa formação enfrentou e perdeu de 6 a 2 para o Botafogo do Rio, que era na época a base da Seleção Brasileira campeã do mundo. Foi na tarde de 7 de setembro, o estádio de Sumaré ficou lotado conforme imagem acima, tanto era o número de torcedores que muitos estão em locais sem qualquer segurança, até venda de cadeiras na pista foram colocadas. O Botafogo iniciou o jogo com Manga, Cácá, Zé Maria, Nilton Santos e Chicão; Airton e Didi; Garrinha, Amoroso, Amarildo e Zagalo. O Estrela neste ano era presidido por Alfredo José Abreu e tinha como principais diretores, Antonio Melo, Newton Garcia e Amarildo Lunz.

Conhecendo um pouco mais essa grande equipe do futebol capixaba:
Fundado em 16 de janeiro de 1916, numa casa próxima ao Colégio Liceu Muniz Freire, tendo como seu primeiro presidente Francisco Penedo.

A primeira Sede, segundo constam nos arquivos, foi onde é hoje, o Tiro de Guerra e o primeiro campo foi no pátio do Liceu Muniz Freire, zona norte da cidade, daí o nome ESTRELA DO NORTE.

As primeiras cores do Estrela do Norte, eram Verde.Tempos depois, por volta da década de 30, o Estrela transferiu o seu campo para o Bairro Sumaré, onde está até hoje. No início o campo era aberto, depois com muito esforço a Diretoria conseguiu cercar o Estádio com varas de bambus, tábuas e bem depois conseguiu murar. Os ingressos para os jogos eram vendidos no Armazém "Estrela", sob o comando do Sr. Oswaldo Lima.

O primeiro lance de arquibancadas foi sob o comando de José Cocco e Otávio Mesquita, depois veio o aterro comandado pelo Sr.Mário Monteiro e a criação da Banda de Música "Estrela do Norte", pelo Maestro Raul Sampaio e Mário Sampaio. Alfredo Duarte de Abre e Armando Lunz, seu LICO, fizeram os melhoramentos na iluminação do Estádio. Darcy Brum, Délio Lima, Gerson Moura e José Cocco, colocaram vestiários, alambrados, traves e aumentaram arquibancadas.

O Estrela foi o primeiro campeão Sulino de profissionais. Vários grandes jogadores vestiram a camisa do Estrela na época: Elias, Fernando, Catiquinha, Sarará, Pedrinho, Toninho, Geraldo Martins, Geraldo Menezes, Lico, Siro e Zinho., Virgilio, Hugo, Américo, Correlogo, Otacílio, Gerson, Donato, Rainor, Bela, Nerinho, Jove. Veraldo, Raul, Gesse, Orlando, Manduca.

O ex. presidente Antonio Carlos Braconi, construiu novas arquibancadas, novos vestiários, túnel de acesso ao campo de jogo. Walter José de Vargas construiu em seu mandato as cabines de rádios.

A Historia do Estrela ficou por muito tempo adormecida, agora pesquisas estão sendo realizadas, buscas de fotos estão sendo feitas, tudo com objetivo de descrever a historio da maneira mais fiel possível.

Pedro Turini, realizou melhoramento na iluminação, nos vestiários, o Presidente atual Hélio Grechi, fez inaugurar um moderno restaurante, para fornecer alimentação a baixo custo para atletas do clube. Muito se foi feito, todos que passaram deixaram sua marca, seu sacrifício e por que não dizer, um pouco de sua vida, por isso todos merecem aplausos e reconhecimento público pelo trabalho desenvolvido.

Comentários (1): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:13


Em 5/06/2006, às 17:27:40, Facta | fotolog disse:
Show de bola o fotolog.. parabens!!!

Entra no meu la, e de opnioes sobre a copa..

abraçao!!!

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Belenenses de 1919, ano de sua fundação.

Da Esquerda para direita: Joaquim Rio, Carlos Sobral, Francisco Pereira, Aníbal dos Santos, Manoel Veloso, Mário Duarte, Amaldo Cruz, Alberto Rio, Edmundo Campos, Romualdo Bogalho e Artur José Pereira.

A primeira formação depois da fundação do Belenenses em 1919 foi de atletas vindos de Lisboa, que adoravam os valores do bairro de Belém. Os Azuis como são conhecidos é considerado a tradicional a quarta potência Portuguesa. Fundado da união de pessoas oriundas do Sporting e Benfica interessadas em criar um novo clube que representasse o bairro de Belém no futebol nacional. Antes de sua fundação existiam outros clubes da zona, tal como o Ajudense e o Sport União Belenenses, que mais tarde viriam a falência.

Após uma reunião entre membros fundadores do clube, foi aprovado o novo uniforme, com a camisa azul e os calções pretos. As primeiras conquistas aconteceram na década de 20 e 30, quando venceu por três vezes o Campeonato de Lisboa e o Campeonato de Portugal, competição que antecedeu o Campeonato Nacional da primeira divisão. Nas temporadas de 1925/26, 1928/29 e 1931/1932, venceu o Campeonato de Lisboa e conquistou igualmente o Campeonato de Portugal em 1927, 1929 e 1933.

O último grande triunfo da formação do Restelo no Campeonato Nacional da Primeira Divisão, aconteceu em 1946. No ano seguinte, com o status de Campeão Nacional, o clube com a Cruz de Cristo, foi convidado pelo Real Madrid para o jogo de inauguração do Estádio Santiago Barnabéu, ocorrida a 14 de Dezembro de 1947.

Além disso, o Belenenses tem uma boa tradição de participações na Taça de Portugal, tendo conquistado a competição por três vezes, nas temporadas de 1941/42, 1959/60 e 1988/89 e esteve por quatro vezes na final da mesma competição, tendo sido sempre campeão quando chegava a finalissima.

O clube de já foi também Vice-Campeão do Campeonato Nacional de futebol por três vezes, tal fato aconteceu nas épocas de 1936/1937, 1954/1955 e 1972/1973 e posicionou-se por 13 vezes no 3.º lugar, sendo que a última vez ocorreu em 1988.

Na década de 50, passou pelo clube a maior estrela da sua história, o avançado Matateu, que foi o jogador com mais gols marcados nos campeonatos de 1953 e 1955, com 29 e 32 tentos respectivamente. Matateu conquistou também, no ano de 1953, a primeira edição da "Bola de Prata", troféu atribuído ao goleador do Campeonato de futebol.

Apesar do seu passado de vitórias, o Belenenses já esteve na segunda divisão por três vezes, tendo a primeira descida de escalão acontecido em 1982, e a segunda e terceira vez na década de 90.

O Estádio do Restelo, foi construído em 1956 e tem uma capacidade para 40 000 espectadores.

Comentários (3): http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:12

Em 25/05/2006, às 13:59:42, Adriano. (CAPIXABA) | e-mail disse:
Campeonato interno C.C.A.A.Guapira (São Paulo/SP) XXVII edição. Venha visitar nosso clube.


Em 25/05/2006, às 22:08:30, BUGRINO | fotolog disse:
FALA AMIGO ESSA FOTO Q VC QUERIA DE 78
http://www.bugrenet.com.br/campeaobrasileiro.shtml
Em 26/05/2006, às 14:35:36, marcio fernandes rocha disse:
esta e pra voce

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